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Empreendedorismo é Notícia
Marta D´Orey criou Rosa com Canela
2015-10-16
Criada por Marta D´Orey, a marca Rosa com Canela, é um nome romântico que encaixa na perfeição no conceito "Made in Portugal". A empresa nasceu no Porto e quer conquistar outros mercados. Lançou em setembro a coleção de 2016. A Rosa com Canela constrói artigos para escritório, escolares, agendas e cadernos. Marta começou há cerca de quatro anos a fazer a sua própria agenda, pois não encontrava no mercado nada que fosse de encontro às suas necessidades. Depois chegaram as encomendas dos amigos, as redes sociais e quando deu por si, estava a criar a empresa e a trabalhar à noite para vender durante o dia. Agora, já tem a sua própria equipa de colaboradores que vai crescendo conforme as necessidades. A empresa conta com showroom no Porto. A Rosa com Canela já conquistou um espaço no NorteShopping.
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Sara Coutinho desenvolve peças de joalharia
2015-10-16
A MATER jewellery tales, marca de joalharia contemporânea, é a prova de que um setor tradicional também se pode reinventar. A marca desenvolvida e lançada por Sara Coutinho respira o espírito empreendedor e mostra vocação inovadora. A startup nasceu no âmbito do ASA – ANJE Startup Accelerator e está a apostar agora numa forte componente comercial, tal como aconteceu recentemente no certame especializado Porto Joia, onde marcou presença com alguns dos seus produtos. A marca propõe a inclusão de memórias ou dados pessoais nas peças de joalharia. As coleções são baseadas no legado natural, histórico e humano. Visam gerar empatia, convidando o cliente a ter participação ativa na construção do produto final.
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Fardas e uniformes à medida do cliente
2015-10-16
A Profardas é uma empresa de cariz familiar, localizada no Vale do Sousa, gerida por Isaura Leão e pela filha Elisabete Costa. Especializada no fabrico de fardas e uniformes, a empresa conta com mais de uma década de existência. As administradoras prezam pelo rigor e qualidade nos produtos que fabricam. No início, foi criado um site onde mãe e filha começaram a realizar as vendas. O sucesso levou à criação de um espaço físico. No futuro o objetivo é alargar o espaço da empresa e continuar a aumentar a visibilidade. A Profardas trabalha principalmente com empresas e entidades sediadas no centro do país, mas conta já com clientes internacionais, mais especificamente em Angola e França.
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Isabel Silva investiga novo fármaco
2015-10-16
Estudante do Programa Doutoral em Ciências Biomédicas do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Isabel Silva, tinha como objetivo encontrar um fármaco eficaz no tratamento da hiperatividade da bexiga dos homens que sofreram de hiperplasia benigna da próstata. A investigadora, com a ajuda de uma equipa, para além de ter descoberto a "fórmula milagrosa" para o tratamento da maleita, ainda viu o seu trabalho ser distinguido com o prémio da “Melhor Comunicação-Painel em Investigação Clínica” apresentada na Reunião Mundial da International Society for Autonomic Neuroscience. O trabalho de Isabel Silva esteve a concurso com mais de 300 comunicações provenientes de cerca de 30 países. Mas a investigação não está concluída. Para além de pretender ver materializado o novo medicamento, Isabel Silva não vai descansar enquanto não perceber se o novo tratamento poderá ser aplicado a mulheres que padeçam do mesmo problema de saúde.
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Cristina Rodrigues dá nova alma a violas amarantinas
2015-10-16
Cristina Rodrigues, 35 anos, arquiteta de formação e artista por vocação, está a transformar uma série de violas amarantinas pintando-as a canetas de feltro.O resultado do seu trabalho será mostrado em primeira mão aos brasileiros, nos 450 anos do Rio de Janeiro. A mulher enquanto guardiã das tradições culturais é um tema central do trabalho de Cristina Rodrigues. Cristina nasceu no Porto e sempre soube que a única coisa que queria fazer era desenhar. Contra a vontade dos pais, estudou artes, mas foi em arquitetura que se formou. Este trabalho apresenta vinte e cinco violas desenhadas como um corpo de mulher, pintadas de branco, lacadas, folhas de papel sobre as quais a artista cria e que no final serão todas suspensas e iluminadas com luzes led de teatro numa grande instalação que conta uma história: a da mulher no século XXI. A viola amarantina faz parte de uma família de violas portuguesas únicas que Cristina Rodrigues quer dar a conhecer de uma forma diferente.
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