Empreendedorismo é Notícia
Chic by Choice: Marcas de luxo ao acesso de todos
2016-01-15

Filipa Neto e Lara Vidreiro acharam que existia pouca oferta em Portugal no segmento de vestidos e acessórios para ocasiões especiais. Mesmo quando encontrada a peça perfeita, esta representava um investimento demasiado elevado para ser usada apenas num evento especial. Assim, decidiram criar elas próprias a solução: uma plataforma de aluguer que disponibiliza vestidos de luxo, a Chic by Choice. A seleção de marcas inclui os nomes mais conhecidos, como Dior, Valentino ou Dolce Gabbana. Um dos objetivos da marca passa pela mudança da relação que as clientes têm com as grandes marcas de luxo, ao mesmo tempo que querem dar a oportunidade a todas as mulheres de ter acesso às peças com que sempre sonharam. O processo de criação da empresa não foi fácil, com muitas interações e otimizações de modelo de negócio, mas em três meses as empresárias conseguiram os investidores e começar o trabalho. Com a criação da empresa, as empresárias perceberam que a equipa com que trabalham é para levar o negócio por bons caminhos. Filipa Neto e Lara Vidreiro consideram que não há nada de errado em ser empresárias, desde que se sintam confortáveis a fazer algo diferente que as deixe realizadas. Com o sucesso que conseguiram, a Chic by Choice já não se limita ao aluguer de produtos de luxo, agora, as empreendedoras estão também a tentar desenvolver uma alternativa inovadora que faça com que as marcas e os retalhistas tenham mais rentabilidade no excesso de inventário.

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Empreendedora portuguesa em destaque na Comissão Europeia
2016-01-15

Em 2012, Susana Sargento ajudou a fundar uma empresa de redes veiculares, a Veniam. Agora, é uma das nove finalistas a um dos prémios atribuídos pela Comissão Europeia, o Prémio Mulheres Inovadoras da União Europeia 2016. O objetivo do prémio é reconhecer as empreendedoras que se destacaram por introduzir ideias inovadoras no mercado, como foi o caso de Susana. Doutorada em Engenharia Eletrotécnica pela Universidade de Aveiro, a docente e investigadora ajudou a criar a spin-off que desenvolveu uma infraestrutura de acesso à Internet de baixo custo com base nos veículos como elementos dessa rede. A empresa, sedeada no Porto, criou, sob os comandos de Susana Sargento, a maior rede do mundo com ligação entre mais de 400 autocarros da cidade, permitindo o acesso gratuito à rede WiFi a cerca de 60 mil pessoas por mês. Hoje a Veniam conta com quase 40 trabalhadores e tem escritórios em vários sítios, como em Silicon Valley, Singapura e Portugal. A empreendedora tem mais de 15 anos de experiência na liderança técnica de vários projetos nacionais e internacionais, tendo trabalhado de forma muito próxima com vários operadores de telecomunicações e fabricantes. Susana Sargento já esteve envolvida em vários projetos nacionais com instituições de investigação e com a indústria. Em 2015 a sua empresa recebeu um investimento de cerca de 3,9 milhões de euros para acelerar o processo de implantação de redes veiculares em várias cidades dos EUA.

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Beesweet: O mel como paixão
2016-01-15

A apicultura sempre fez parte da sua vida, através do avô, por isso, quando pensaram em criar uma empresa Ana Pais e Carla Pereira não podiam fugir do mel. A Beesweet surgiu, assim, da paixão das duas primas e do seu sonho de comercializar produtos inovadores com base no mel. As empresárias passaram por concursos de empreendedorismo, fizeram vários planos de negócios e, depois de um teste, o resultado que tiveram foi positivo. A paixão pela inovação deteta-se, inclusive, nas parcerias que têm com as universidades de Aveiro e do Porto, que investigam os benefícios antibacterianos e o poder antioxidante do mel e ainda o mel de mirtilo. Um dos conceitos desenvolvido por Ana Pais e Carla Pereira é o mel aromatizado, um produto inovador, orgânico e de alta qualidade que ajuda na hora de cozinhar. O produto foi o projeto vencedor na categoria de Gastronomia, Turismo e Património do Prémio Nacional Industrias Criativas by UNICER & Fundação Serralves em 2014. A distinção ajudou as empreendedoras a perceber que é mais importante perceber qual a colocação de um produto no mercado, antes de o lançar, do que tentar que ele seja perfeito. A Beesweet já conseguiu encontrar o seu lugar no comércio, com um espaço reservado na área gourmet e na restauração de luxo. Depois de terem apresentado o produto e a marca em feiras internacionais, como em Guangzhou, na China, a internacionalização está agora em curso.

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Missangas & Co
2016-01-15

Kessy e Zurire Unzeta sempre gostaram de bijuteria artesanal. O seu fascínio por missangas levou-as a abrir em Lisboa, em 2006, a Missangas & Co onde tudo é feito à mão. Nascidas no Peru, vieram para Portugal quando ainda eram novas e começaram a trabalhar com a sua mãe numa loja de decoração. No entanto, a sua paixão pela bijuteria levou-as a enfrentar um novo desafio: abrir a sua própria loja. Assim, as duas irmãs juntaram as poupanças que tinham e, com acesso a microcrédito e com a ajuda da mãe, conseguiram abrir o seu primeiro espaço. No entanto, o percurso não foi fácil, porque, devido à sua idade, a falta de experiência acabou por ser um entrave. Muitos investidores não as levaram a sério, mas, quando olham para trás, garantem sentir-se orgulhosas de todo o trabalho que conseguiram fazer. A primeira loja que abriram não tinha tudo o que queriam, mas hoje a Missangas & Co já conta com quatro estabelecimentos e tem também oferta de cursos de bijuteria, porque Kessy e Zurire acreditam que criar é uma forma de inovar e uma maneira de ser sempre diferente. Quase todas as peças são feitas à mão, em Lisboa, porque isto permite que haja um controlo de todo o processo de criação, desde a conceção até a execução das mesmas. As duas irmãs têm orgulho no seu trabalho onde combinam antigas técnicas artesanais com materiais modernos que trazem de várias partes do mundo.

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Mirabilis aposta na ostra portuguesa
2016-01-15

Márcia Santos percebeu que a inexistência de uma maternidade de ostras e a escassez de stocks naturais em Portugal deste molusco poderiam vir a criar, a longo prazo, problemas de fauna. Assim, a estudante da Universidade do Algarve, juntamente com um colega, teve a ideia de criar uma semente de ostra portuguesa. Antigamente era a ostra portuguesa que dominava o mercado em Portugal, mas quando o projeto surgiu era a ostra do Pacífico que estava a ser mais produzida. Com a vontade de valorizar um produto nacional e evitar o cultivo de espécies não nativas, a investigadora avançou com a criação da “Angulata”. A primeira prova de fogo do projeto foi ultrapassada com sucesso quando venceram, em 2013, o concurso “Ideias em Caixa”, da Caixa Geral de Depósitos. Com esta oportunidade, a empresária conseguiu trabalhar melhor a sua ideia e elaborar um plano de negócios. Assim, o sucesso do projeto não ficou por aqui e voltou a ser distinguido, em dezembro de 2015, com o Prémio Empreendedorismo e Inovação do Crédito Agrícola. Agora sob um novo nome, Mirabilis, a empresa pode apostar na investigação e otimização das técnicas de produção, para conseguir cumprir as necessidades dos mercados nacional e internacional. Para Márcia Santos, esta atribuição traduz-se numa recompensa por todo o esforço e dedicação que a empreendedora tem dado ao projeto.

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