Empreendedorismo é Notícia
Daniela Catraia: Arquitetura e calçado
2016-01-29

Daniela Catraia estudou arquitetura, mas quando acabou o curso não foi fácil entrar no mercado de trabalho. Para não ter que sair do país, a empresária perseguiu o seu sonho de ter um negócio próprio e tirou um curso de Design de Calçado em Lisboa. Arquitetura e calçado podem parecer áreas distintas, mas cruzam-se na metodologia de trabalho e na imaginação. Depois de ter um feedback muito positivo no curso, Daniela Catraia, apaixonada pela moda e pela arquitetura, decidiu arriscar e criou uma marca de calçado sob o seu nome. Embora haja muitas marcas concorrentes, o seu produto acaba por se diferenciar porque consegue juntar a qualidade ao design e ao conforto. A empresária gosta de explorar novos materiais e pensar numa nova forma de os coordenar, ao mesmo tempo que seleciona matérias-primas de elevada qualidade para que o produto final seja perfeito e diferente. Pensados para mulheres independentes e urbanas, as criações de Daniela Catraia conseguem sobressair pela simplicidade, mas, principalmente, pela inovação. Os sapatos são feitos em Portugal e, ao fim de um ano, a marca Daniela Catraia já está presente em 12 lojas. Agora, o objetivo e o sonho da empreendedora passa por conseguir internacionalizar a sofisticação e o conforto, principalmente no mercado japonês.

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Empresária inova no mercado das agências de viagens
2016-01-29

Lisete Cardoso estava em viagem, a subir o monte Kilimanjaro, quando teve uma epifania: abrir uma agência de viagens personalizadas. Deixando o mercado financeiro para trás, onde trabalhou, com sucesso, durante onze anos, a empresária percebeu que queria fazer algo diferente e relacionado com aquilo por que é apaixonada: viajar. Com a ajuda de duas amigas, Paula Alves e Raquel Ribeiro, fundou em 2010 a TravelTailors, a primeira agência portuguesa especializada em viagens à medida. Depois de perceber que as agências tradicionais não têm uma oferta personalizada e que trabalham em massa, Lisete Cardoso decidiu que o seu ´ateliê de viagens´ devia ter programas mais versáteis e que correspondessem ao que uma viajante quer verdadeiramente fazer, como comodidade e segurança. Assim, aliou o seu conhecimento de todas as viagens que já tinha feito e, com o apoio de operadores locais nos vários países, consegue satisfazer as vontades dos viajantes que querem um itinerário personalizado e um serviço de acompanhamento permanente. Para a empresária, esta aventura tem valido a pena porque tem sido gratificante e o crescimento, do ponto de vista financeiro, também tem superado as suas expectativas. Os novos desafios passam por tentar atrair mais viajantes para Portugal, trabalhando melhor a área de incoming, para que também os que visitam o nosso país possam ter uma visita personalizada.

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Emília Vieira empreende no negócio de gestão de fortunas
2016-01-29

Emília Vieira já trabalhou com instituições financeiras de topo em várias cidades, desde Lisboa a Paris, passando também por Tóquio e Nova Iorque. Especializada em modelização avançada da curva de rendimentos, análise de risco de crédito e Value-at-Risk, a empresária licenciou-se em Gestão de Empresas pela Universidade do Minho e é Mestre em Finanças pela Universidade de Lencaster. São várias as instituições bancárias pelas quais já passou e teve também um papel decisivo na criação do mestrado em Finanças na Universidade Católica. Hoje, a empreendedora é a CEO da Casa de Investimentos, uma gestora de patrimónios que fundou em 2010, e que conta com cerca de 200 clientes e com uma carteira de 80 milhões de euros. No meio de um ambiente em crise, Emília Vieira lançou, em Braga, a primeira e única gestora de fortunas fora de Lisboa e do Porto. No entanto, já na altura tinha em vista o mercado nacional. Seguindo a filosofia de investimento de Warren Buffett, que permite que haja boas rentabilidades mesmo em tempos recessivos, a empresária gosta que os interesses dos clientes surjam alinhados com os interesses da sua gestora. Em seis anos, com a sua estratégia, Emília Vieira já conseguiu superar Buffet nos ganhos. O sucesso da Casa de Investimentos não se fica por aqui, já que a empresária tem a decorrer um processo de licenciamento para poder criar um fundo destinado a quantias abaixo dos 50 mil euros, que é neste momento o montante mínimo para abrir uma conta.

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Empreendedora arrisca no calçado e vence prémio internacional
2016-01-29

Inês Caleiro estudou Design Gráfico e esteve durante um ano na Jimmy Choo, em Londres. Depois, foi para Washington trabalhar numa marca portuguesa de mobiliário de luxo onde descobriu que aquilo de que gosta mesmo é de desenhar sapatos e que o design tinha que fazer parte da sua vida. Com a sua paixão de criar peças únicas, a empresária fundou, em 2011, a Guava, uma marca que se inspira inteiramente na arquitetura e nas formas geométricas para fazer sapatos. Toda a produção é feita em Portugal e conta com a dedicação de artesãos portugueses. Para desenhar, a empresária vai buscar inspiração quer à natureza quer ao urbano, o que faz com que os seus modelos já tenham sido destacados por publicações internacionais como ´The Coveteur´, ´L´Officiel´, ´Vogue´ e ´Elle´. Inês Caleiro é o exemplo perfeito de quando o empreendedorismo nacional consegue vencer fora de Portugal e conquistar os mercados internacionais. A empresária foi distinguida, este mês, com o prémio internacional de moda e design Dream Award, em Xangai, tornando-se na primeira portuguesa a vencer este prémio. A Guava tem presença em vários países europeus e também na Arábia Saudita. Os próximos desafios passam por estabelecer contactos com o mercado asiático e com os EUA. Inês Caleiro acredita que se deve batalhar por um projeto e que as limitações somos nós que as criamos.

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Empresária inspira-se em viagens para nova marca de roupa
2016-01-29

Maria Ochôa Pires gosta de viajar e conhecer novos países. Em 2012, depois de percorrer as cores da Índia, Tailândia e Israel, a empresária desenvolveu um novo conceito de vestuário e deixou-se influenciar pelos novos padrões que conhecera. Assim nasce a Dream Catcher´s. Com desings exclusivos, as peças de vestuário feminino, desenhadas por Maria Ochôa Pires, transformam-se em modelos de cores fortes e com vários padrões. A sua filosofia passa por possibilitar que as mulheres possam ser distintas nas suas escolhas, ao mesmo tempo que provam que conseguem ser aventureiras e românticas. Com um investimento inicial de cinco mil euros, no princípio a empreendedora teve alguma dificuldade em arranjar fornecedores, já que em Portugal não é fácil encontrar quem trabalhe com poucas quantidades. No caso de Maria Ochôa Pires, o facto de produzir cerca de 1.500 peças por estação fez com que esta encontrasse na Índia os fornecedores perfeitos, já que estão mais habituados a lidar com pequenos produtores. Assim, a empresária fabrica em Deli e sempre que viaja até lá, para fazer o controlo da qualidade, aproveita para conhecer novas cidades e procurar mais inspiração. A empreendedora tem como objetivo conseguir afirmar a sua marca no mercado feminino e crescer para outros países. Hoje, a Dream Catcher´s conta com lojas espalhadas pelo país, desde Lisboa até Faro, e passando também por Évora.

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