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Empreendedorismo é Notícia
Dress to Success: Mulheres com novas roupagens para o sucesso
2016-11-11
Tudo começou há 17 anos. Joi Gorden, uma advogada nova-iorquina, deixou a sua profissão para se lançar corajosamente no mundo das organizações sem fins lucrativos, com o objetivo de contribuir para a diminuição das desigualdades de género no mundo do trabalho, dando-lhes confiança e garantindo que conseguem alcançar o que desejam. Joi havia recebido uma prenda inesperada: cinco mil dólares de uma herança do bisavô, que quis usar para ajudar outras mulheres a serem bem-sucedidas. Nascia então a Dress to Success, uma fundação que apoia mulheres no seu caminho para a realização profissional. O processo é gradual: as interessadas mulheres dirigem-se à boutique, onde, com a ajuda de um consultor de imagem, escolhem a roupa, os sapatos, a mala e os acessórios que serão necessários para irem às entrevistas de emprego. É um processo de transformação, que permite a essas mulheres recuperarem a confiança perdida com as vicissitudes da vida. Mas o processo não fica pela roupa. A Dress to Success ajuda a elaborar currículos, treina as utentes para as entrevistas e ajuda-as mesmo na procura de novas oportunidades. O apoio é constante ao longo do processo, uma vez que, conseguido o emprego, existe um programa específico em que as mulheres são acompanhadas em reuniões de grupo mensais. A própria existência da Dress to Success é uma história de sucesso, que se pretende que sirva de exemplo. Isto porque começou num espaço pequeno, na cave de uma igreja em Manhattan, e possui atualmente 143 escritórios, em 21 países, sendo um deles Portugal. Nestes quase 20 anos de atividade, já ajudou cerca de um milhão de mulheres.
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HomeLovers: Aluguer de casas na ponta dos dedos
2016-11-11
Magda Tilli é a fundadora da HomeLovers, uma pequena mediadora imobiliária que começou no Facebook. Foi em 2011 que esta empreendedora teve a ideia. Havia já experimentado um outro negócio na mesma área, mas o esforço acabou por não dar os frutos desejados. Afinal, estava-se em plena crise económica. Magda não desmotivou, mas teve várias cautelas, até porque tinha que pensar nos quatro filhos e, como tal, não se podia arriscar a perder mais dinheiro. A solução, decidiu, estaria nas novas tecnologias, mais concretamente nas redes sociais. O Facebook passaria a ser a montra do seu negócio, quase sem custos. E que negócio é esse? Basicamente, a HomeLovers é uma mediadora que pretende ter um contacto mais próximo e interativo com os seus clientes, tentando perceber quais as suas necessidades e as casas que se encaixam nas suas necessidades. Isto, dando uma resposta mais imediata, humana e próxima. O aluguer de casa em Lisboa não é fácil, pelo que esta estratégia tem revelado ser da maior utilidade, para todas as partes envolvidas. E os resultados estão à vista: nos últimos cinco anos, a empresa tem conseguido investir no seu crescimento através do autofinanciamento. Em 2015 conseguiu faturar dois milhões de euros, sendo que para 2016 Magda estima poder chegar aos três milhões. Esse crescimento faz-se sentir também ao nível dos recursos humanos. Tendo começado com duas pessoas, a HomeLovers conta atualmente com uma equipa de 60, de forma a conseguir acompanhar a expansão que, entretanto, se verificou para o Porto, as linhas de Cascais e Sintra e Algarve. Quanto ao futuro, a intenção é, pelo menos por enquanto, manter a HomeLovers no Facebook, onde tão bem se tem dado. No entanto, e se tal for exigido por uma nova realidade do mercado, este projeto estará preparado para o necessário reposicionamento.
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O Bolo da Marta: Do Facebook para o mundo
2016-11-11
Há oportunidades que se transformam em negócios de uma maneira mais ou menos inesperada. É o caso de O Bolo da Marta, que Marta Gonçalves Viegas lançou com apenas 24 anos. Marta teve a ideia de mostrar aos amigos, através do Facebook, os bolos que fazia, os quais poderiam encomendar - em pequena escala, claro está. No entanto, a palavra digital foi-se espalhando e, com o tempo, a página foi ganhando uma grande adesão. Os pedidos iam crescendo e chegavam mesmo de desconhecidos. Nessa altura, esta empreendedora teve que tomar uma decisão: ou punha fim ao projeto, que tanto começava a exigir dela, ou abraçava-o a tempo inteiro e arrancava a sério com o negócio. Optou pela segunda hipótese e resolveu arriscar. O investimento inicial saiu do seu próprio bolso, mas Marta cedo constatou que iria precisar de ajuda ao nível de pessoal de cozinha, para responder à procura. Assim, recorreu à medida Estímulo Emprego do IEFP, através da qual conseguiu contratar três pessoas, que ainda se mantêm consigo no projeto. O passo seguinte foi a abertura de um espaço físico, uma vez que O Bolo da Marta precisava de ganhar outra visibilidade. A experiência resultou e, no ano passado, a empresária levou o conceito a um outro nível, ao marcar presença no El Corte Inglés de Lisboa com um pequeno stand, durante alguns dias. Mais uma vez valeu a pena, tendo Marta sido convidada a repetir essa presença este ano. E, se tudo correr, no próximo também. Mas O Bolo da Marta também se quer dar a conhecer fora de portas, pelo que haverá em breve uma Cake Van a circular pelas ruas de Lisboa. Apesar de toda esta aposta nos espaços físicos, Marta nunca menosprezou a presença no Facebook, onde, afinal de contas, a empresa começou. Isto porque 50% das vendas continuam a ser feitas online, em grande parte devido à política de promoção que tem vindo a ser seguida. Uma política que continua a resultar, pois não param de chegar os pedidos de clientes de vários pontos do país, e mesmo do estrangeiro, interessados em comercializar os seus bolos.
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Criatividade e inovação melhoram qualidade de vida de doentes oncológicos
2016-11-11
Vanessa Santos, Jane Dias, Ana Silveira e Catarina Almeida são quatro alunas do curso de Ciências Biomédicas da Universidade da Beira Interior que têm estado em destaque. Isto porque são as responsáveis pelo desenvolvimento do projeto “Fraldas Analíticas: BabyKnow & KnowU”, com o qual venceram a sétima edição do Angelini University Award 2015/2016, na sequência do desafio lançado na disciplina de Empreendedorismo. Note-se que não foi um desafio fácil: a estes prémios foram submetidos 42 projetos, de 193 candidatos e 34 docentes, que representavam 33 instituições de ensino superior portuguesas. O que distingue então o “BabyKnow & KnowU”? Trata-se de um projeto pioneiro que pretende revolucionar a monitorização e análise da urina de doentes oncológicos em situação de cuidados paliativos. O sistema proposto por estas jovens investigadoras não é invasivo para o paciente, permitindo a recolha e realização da análise da urina tipo II. Os dados obtidos são, então, disponibilizados através de uma aplicação para smartphones. E há ainda outras vantagens, como a antecipação de problemas, possibilitada por uma monitorização eficaz dos parâmetros de saúde dos doentes, ou a melhoria da qualidade de vida proporcionada aos doentes oncológicos. A farmacêutica Angelini, que promoveu a competição, pretendia estimular a criatividade e a inovação dos estudantes universitários do setor da Saúde, premiando a investigação académica. Encontrou essas características no trabalho desenvolvido por Vanessa, Jane, Ana e Catarina, que receberam um prémio global no valor de oito mil euros.
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High Therapy: Aplicações móveis para a saúde e a educação
2016-11-11
Há uma nova start-up na Incubadora de Empresas de Oliveira do Bairro. Chama-se High Therapy, tem como finalidade desenvolver aplicações móveis nas áreas da saúde e da educação, e foi desenvolvida por Liliana Esgueira, Mónica Santos e Carina Neves, três técnicas especializadas em Terapia da Fala. Para tal, a intenção da High Therapy é vir a fornecer ferramentas tecnológicas eficazes que venham a ajudar e a facilitar a terapia em crianças e adultos com dificuldades na articulação, linguagem, leitura ou escrita, por exemplo. A ideia surgiu há dois anos, quando Liliana, Mónica e Carina constataram, enquanto desenvolviam no seu trabalho diário, que havia uma lacuna relativamente a aplicações móveis em português de Portugal que pudessem auxiliar na prática clínica. Constaram, também, que havia ali uma oportunidade que deveria ser aproveitada, mesmo em termos comerciais. Assim, estas empreendedoras avançaram para este novo projeto, em que o objetivo seria lançar no mercado novas ferramentas de intervenção. Ferramentas que, sendo no nosso português, vão ser disponibilizadas não só em território nacional como também nos países africanos de língua oficial portuguesa. E o primeiro produto da High Therapy já aí está: trata-se da app “Tagarela" e encontra-se disponível para os sistemas Android e IOS. Consiste numa aplicação para treino de competências fonológicas, tão necessárias para crianças em idade pré-escolar e escolar, apresentando oito atividades específicas, como a identificação fonética, a memória auditiva fonológica, a discriminação auditiva ou associação fonema-grafema. A “Tagarela" tem vindo a ser bem recebida pelo mercado, recolhendo elogios pelo seu design acessível e pela diversidade das atividades. O apoio também chegou a um nível mais institucional, através da Associação Portuguesa de Terapeutas da Fala e da Sociedade Portuguesa de Terapia da Fala. Esta receção encorajadora já levou a High Therapy a dar o passo seguinte. Será uma nova app, mas desta vez direcionada para a população adulta.
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