Empreendedorismo é Notícia
Atleta cria marca de roupa para ciclismo
2017-04-21
Abigail Brooks veio morar para Portugal depois de casar com um português. Dá aulas de inglês e, paralelamente, está a frequentar o mestrado de Gestão da Cultura e das Belas Artes na Universidade Católica Portuguesa. Mas Abigail é muito mais o que isso: é triatleta do Atlético Clube de Portugal, de Alcântara, e fundadora da marca ElaPedala. A americana apercebeu-se que o mercado de roupa de ciclismo para mulher era muito limitado. A oferta, além de ser pouca, não era esteticamente apelativa. A opção era usar roupa masculina, que não está anatomicamente adaptada para o corpo feminino. Por isso, Abigail decidiu criar a sua própria linha de roupa, até porque há cada vez mais mulheres a praticar ciclismo e triatlo. Com preços mais acessíveis do que os que se encontram no mercado, a empreendedora lançou a ElaPedala há menos de um ano e a marca já é um sucesso. As peças são feitas com material tecnicamente durável, para aguentar treinos de alta intensidade, e adaptam-se a várias ocasiões, com padrões que vão ao encontro de todos os gostos. Os desenhos da roupa são feitos pela empresária e os artigos são de produção portuguesa, de uma empresa de Vila Nova de Gaia, a Cofides. A boa receção da marca já levou Abigail Brooks a ter de criar um site para as vendas da ElaPedala, onde não só é possível adquirir a roupa, como também partilhar experiências de ciclismo.
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Entre Vinhas: Da hotelaria à viticultura
2017-04-21
A paixão pelo vinho faz parte da vida família de Madalena Vidigal. O avô trabalhou no Instituto da Vinha e do Vinho e o seu pai é também um apreciador desta bebida. No entanto, Madalena nunca se interessou muito por esta área. Estudou hotelaria e sempre trabalhou neste setor. Mas uma viagem a Moçambique bastou para a empreendedora mudar de ideias. Depois de passar uma temporada no país africano, Madalena decidiu que ia dar uma oportunidade ao vinho. O gosto pelo campo e pela natureza falaram mais alto e, regressada a Portugal, apostou na formação direcionada para a área e tirou uma pós-graduação em Enoturismo. Desde essa altura que é responsável pela sua própria vinha. Além de fazer workshops e frequentar feiras da especialidade, a empresária começou a passar grande parte da sua vida entre vinhas, o que fez com que a escolha do nome para o projeto fosse fácil: Entre Vinhas. A escolha do local para o cultivo recaiu no Alentejo, em Évora, onde Madalena planta, há quase quatro anos, três hectares de vinha com a ajuda de técnicos locais. Por enquanto a empreendedora não quer lançar o vinho no mercado, porque considera que a vinha precisa de tempo para produzir uma bebida de alta qualidade. No enanto, nos próximos anos o mercado vai conhecer o vinho produzido pela Entre Vinhas. Hoje, a empresária estuda Viticultura porque quer levar a sua produção ainda mais longe para levar ao seu produto o conhecimento que adquire com os estudos e com as viagens que continua a fazer. 
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Empresária funda empresa de turismo solidário
2017-04-21
Depois de ter viajado por mais de 30 países e de ter vivido em três países diferentes, Rita Marques sentiu necessidade de trazer para Portugal um conceito que encontrou lá fora: o turismo solidário. Assim surgiu a ImpacTrip, que une o turismo ao voluntariado. O viajante, além de conhecer novas cidades, pode dedicar parte do tempo da viagem a desenvolver a região que está a visitar, conhecendo, desta maneira, a comunidade que ali vive e a cultura local. Entre as tarefas que os voluntários podem escolher estão a apanha de azeitona, confecionar refeições em fornos solidários ou até ajudar na preservação do lobo ibérico. Para reforçar ainda mais a componente de solidariedade, a ImpacTrip uniu-se à Associação CAIS e, juntas, promovem a iniciativa Rotas de Inclusão, que emprega pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social e económica. O sucesso da empresa já levou Rita Marques a criar um departamento próprio para o apoio à responsabilidade social das empresas. Além da ImpacTrip, Rita, que estudou Gestão Internacional, foi também uma das fundadoras de um projeto de empreendedorismo social direcionado para a exclusão social de idosos. Para o futuro, a empreendedora espera conseguir divulgar ainda mais este conceito de turismo, para que seja possível redescobrir o país enquanto se apoiam causas solidárias.
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Uma aplicação para melhorar a comunicação na saúde
2017-04-21
Nunca é tarde demais para ser empreendedora. Prova disso mesmo é o percurso de Daniela Seixas, que aos 40 anos resolveu arriscar num projeto pessoal, abdicando da sua carreira na medicina e no ensino. A Tonic App foi o resultado desta iniciativa de empreendedorismo. Criada em 2016, com a ajuda de três colegas do MBA que Daniela frequentava, a aplicação pretende interligar e informar os médicos, de forma a melhorar as relações entre vários atores da área da saúde e indústria farmacêutica. O projeto tomou por base um trabalho desenvolvido no âmbito de um outro desafio da empreendedora, a continuação dos estudos em Madrid. Depois de receber uma boa nota académica, ganhou o nome e, no mês passado, chegou a versão Android da aplicação. Apesar da origem internacional e da sua equipa de fundadores se estender da América à Europa, a sede da empresa veio para o Porto. Neste momento, a startup baseia a sua atividade numa plataforma digital de comunicação e está a testar com o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia uma forma de reduzir o tempo entre os sintomas e o tratamento do AVC agudo. Depois do investimento de 50 mil euros dos vários empreendedores fundadores, Daniela e os seus colegas captaram a atenção da Portugal Ventures, que decidiu investir 100 mil euros, num momento em que se expectativa a expansão para outros países europeus. 
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A bordar desde Castelo Branco até Manchester
2017-04-21
Cristina Rodrigues lançou-se num projeto de bordados de Castelo Branco em maio de 2016, em parceria com a Câmara Municipal da cidade, com o foco na certificação e promoção deste tipo de bordadura. Em setembro, os altares da catedral de Manchester vão estar preenchidos com as criações desta arquiteta e artista plástica. Neste momento, a empreendedora vive naquela cidade britânica, na qual estudou e onde leciona na Manchester School of Architecture. O convite veio da direção da catedral, depois de colaborações anteriores. O projeto consiste em sete peças, produzidas com a ajuda de seis bordadeiras da Oficina do Bordado da cidade albicastrense. Para além desta colaboração, está a ser preparada uma exposição com o apoio do município. A inspiração de Cristina Rodrigues para a criação desta obra de arte têxtil veio da aliança entre Inglaterra e Portugal, concebendo os motivos que remetem para o mar e para o passado imperialista destes dois países. No ano passado, já tinha “apaixonado” Sevilha com a sua exposição “La Pasión”. Também em 2016, Cristina Rodrigues esteve na Bienal de Arte de Colombo, no Sri Lanka, com uma obra fruto de uma parceria com outra autarquia, a de Viseu. E, mais recentemente, desenhou as “Interstellar”, umas botas exclusivas para a marca de calçado portuguesa Fly London. Este mês foi anunciada como vencedora do Prémio Arte Laguna, na categoria “Artista em Residência”.
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