Empreendedorismo é Notícia
Uma plataforma para as mulheres na tecnologia
2017-04-13
A Portuguese Women in Tech é uma plataforma que pretende ser uma montra do que as mulheres fazem na área da tecnologia. Liliana Castro, criadora deste projeto e diretora criativa da FES Agency, tomou a iniciativa quando, entre contactos e conversas, se apercebeu do desequilíbrio, em termos de género, existente no universo das start-ups e do empreendedorismo. Para além de existirem poucas mulheres naquele meio, havia poucas oportunidades. É este o motivo que está por detrás da criação desta plataforma. Estruturada por perfis, a página funciona como as redes sociais, estando operacional desde março. Liliana Castro, que já tinha criado a agência de comunicação FES Agency, tem trabalhado em assessoria e gestão de redes sociais. No seu percurso colaborou, em 2012, com o projeto Braga - Capital Europeia da Juventude e, hoje, integra a equipa da Startup Braga. As mulheres portuguesas que tenham alguma ligação com o mundo da tecnologia são bem-vindas, podendo fazer a inscrição com a resposta a um inquérito, no qual se aborda o seu trabalho no meio. A empreendedora, com 27 anos, quer que aquele espaço online seja um local onde se dê conselhos profissionais e de partilha de apps, software e ferramentas. Tudo isto para combater a discriminação e o preconceito, já que a realidade em Portugal não é favorável, sendo o quarto país na UE onde menos mulheres estão empregadas no setor das tecnologias da informação e comunicação. 
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Cidades desenhadas por Ana Aragão
2017-04-13
O trabalho da arquiteta/ilustradora Ana Aragão destaca-se pelas suas ilustrações, nas quais cria mapas mentais para várias cidades. Estes mapas possuem singularidades, que acabam por dar-lhes vida, transpondo as linhas da cartografia, adquirindo uma vivência emocional e quotidiana. O fascínio por estas ilustrações leva a que Ana Aragão não se considere somente uma arquiteta, mas sim uma profissional multifacetada na área do desenho. Mesmo não conseguindo trabalhar na área da sua formação profissional, a arquitetura, a empreendedora não baixou os braços e esta paixão pelo desenho acabou por dar frutos. Esta vertente foi descoberta ao acaso, enquanto desenhava durante as aulas, mas permite-lhe hoje trabalhar, exclusivamente, para os seus projetos, explorando o seu imaginário. Este imaginário alia-se a referências contemporâneas e ao mundo caracterizado pelo excesso de informação, coexistindo tudo em desenho. Estas anagrafias permitem uma utilização transversal: quer em exposições como a “Future Frames”, em que os desenhos foram transpostos para o vidro; o “Homeland News for Portugal”, onde um conjunto de ilustrações representou Portugal na Bienal de Veneza; ou a promoção de eventos como o Lisbon Out Jazz, Essência do Vinho ou Festival Norte.
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Me Time: Cuidar da imagem no local de trabalho
2017-04-13
E se pudesse cuidar da sua imagem enquanto está no escritório? A Me Time nasceu exatamente para esse propósito. Cientes, por experiência própria, de que cada vez mais as mulheres estão ocupadas e com pouco tempo para certas atividades, Vanessa Sequeira e a cunhada Filipa pretendem levar os serviços de pedicure e depilação facial até aos locais de trabalho. O seu espírito empreendedor ajudou neste projeto. Vanessa, adepta de empreendedorismo, assumiu a área operacional da Me Time, rentabilizando a sua experiência em marketing e o seu cargo de gestora noutra empresa. Filipa fica encarregue da comunicação e da divulgação. O conceito parte da necessidade de as mulheres, entre a sua vida familiar e profissional, conseguirem algo para tratar delas próprias, tentando que as empresas forneçam estes serviços às suas colaboradoras, ou que estas consigam usufruir destes fora destes horários, mas com a conveniência de estes se deslocarem ao seu local de trabalho. A Me Time está, neste momento, presente no Lidl, na Connect e na Abbvie Foundation, esperando alargar o leque de clientes em empresas com horários flexíveis e onde as mulheres ocupem cargos com responsabilidade. A empreendedora Vanessa Sequeira, graças à sua experiência no mercado de trabalho, acredita que há uma mudança na atitude das empresas, que começam a perceber a importância destes momentos para as suas empregadas. 
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Dar intemporalidade aos biocos
2017-04-13
Os biocos foram um traje importante do Algarve, até serem proibidos nos finais do século XIX. Hoje, graças a uma empreendedora, voltam a estar na moda. Lurdes Silva, apesar de ser natural do Porto, acabou por apaixonar-se por esta peça de vestuário. A docente universitária, depois de ver a instituição onde lecionava fechar as portas, tomou a iniciativa de desenvolver este projeto. Após investigar a sua história e ter feito os testes de mercado em finais de 2014, a empresária criou três modelos deste produto, modernizando-o. A sua criatividade acabou por ser reconhecida nos Prémios Navegantes XXI na categoria de PME Digital. A Bioco Tradition comercializa os biocos a nível nacional através da loja na internet e, também, com lojas físicas em Lisboa, Porto, Lagos e Almancil. A empreendedora procurou, no fim do ano passado, captar investimento de forma a alargar esta rede de lojas físicas a todo o país. Mesmo voltando a lecionar na Universidade do Algarve, Lurdes Silva não deixou de desenvolver a marca, procurando criar novidades que continuem a garantir a intemporalidade dos biocos, através de outros tecidos e outros padrões no desenho das peças. A empresária continua motivada para seguir em frente com os biocos, conciliando-os com a sua carreira como docente e formadora de coaching e cursos custom made para empresas.
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Benita Matofska: A importância da economia de partilha
2017-04-13
Com apenas 18 anos, Benita Matofska atravessou os Estados Unidos de carro com uma amiga. A viagem foi feita para transportar o carro de um lado para o outro porque a sua colega tinha mudado de casa. Com a partilha de custos do transporte, Benita percebeu que com pouco dinheiro era possível fazer várias coisas. Desde essa altura que o empreendedorismo social e a forma como este ajuda a dinamizar negócios com o foco nas pessoas e no planeta se tornou num dos seus principais interesse. A empreendedora inglesa defende que a distribuição de recursos tem que ser mais equilibrada. Para comunicar esta ideia concebeu, em 2011, a The People Who Share, uma organização que junta interessados com os mesmos ideais pela economia de partilha e que organiza eventos locais para divulgar o conceito. Em pouco tempo a empreendedora conseguiu o apoio de várias pessoas e avançou para a criação do Dia Nacional da Partilha, que contou com o apoio de 45 organizações em todo o Reino Unido. O sucesso da iniciativa foi tal que, em 2012, a efeméride ultrapassou barreiras e foi comemorada em todo o mundo, sob o mote Global Sharing Day. Desde esse ano, a empreendedora já conseguiu juntar mais de 200 organizações parceiras e chegou a 70 milhões de pessoas em quase duas centenas de países. A garra com que defende estes ideais levou Benita Matofska a tornar-se numa das maiores dinamizadoras da economia de partilha.
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