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Empreendedorismo é Notícia
UPTEC: Incubadora de Empresas
2015-10-01
A Universidade do Porto pode orgulhar-se de, nos últimos anos, ter ajudado na criação de dezenas de empresas de antigos alunos. Há, neste momento, 164 projetos incubados que dão emprego a cerca de 1.800 pessoas. A UPTEC - Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto é uma espécie de incubadora gigante de micro empresas. Joana Carneiro é uma das criadoras do Thermosite, um software inovador que estuda a melhor opção térmica para cada casa e um dos projetos incubados na UPTEC. Marta e Mariana, licenciadas em farmácia, estão a lançar uma linha de cosmética com aroma extraído do vinho do Porto, a Douro Skincare - outro projeto incubado naquele espaço. Um projeto que demorou dois anos a ganhar forma, mas que já levou ao mercado a Dvine, uma nova geração de cosméticos que tem por elemento crucial a sua "fragrância exclusiva, com notas aromáticas de vinho do Porto". A fadista Ana Moura é o rosto e embaixadora da Dvine. Mariana Andrade revela que pretendem chegar a novos mercados e que já têm algumas “relações desenvolvidas” com a Rússia, com o Japão, com o Paquistão e com o Dubai.
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As Mulheres lideram na Saúde
2015-10-01
De acordo com um estudo recente da Comissão Europeia, 61% dos empresários portugueses com atividade em setores da saúde e outros de cariz social são mulheres. Também na educação são as mulheres que lideram, com 58%. O relatório revela que as mulheres empresárias portuguesas, em 2012, já representavam 38% do total de empresários existentes no país.
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Licoreira da Villa
2015-10-01
Licoreira da Villa é o nome do projeto fundado em 2014 por Marina Canhoto. Alentejana de gema, Marina quis lançar um negócio que se inspirasse e respeitasse os saberes e sabores tradicionais, através da produção de licores caseiros, geleias e compotas, aproveitando as receitas antigas que estavam na posse da sua família há muito tempo, cedidas por freiras, e mantendo os métodos de produção artesanal. A inspiração foi a sua bisavó, que recolhia os ingredientes nos campos alentejanos, elaborando com eles produtos que já na altura eram de grande sucesso. Para se lançar no projeto, Marina aproveitou os conhecimentos e ferramentas que recolheu no âmbito da sua anterior candidatura ao Prémio InovEmpreende 2014, atribuído pela AIP, que acabou por vencer. A Licoreira da Villa foi sendo desenvolvida e hoje é um caso de sucesso, com a sua oferta a estar atualmente disponível em diferentes pontos do país. O uso de produtos sazonais, comprados a pequenos produtores, e a qualidade assegurada pelo fabrico caseiro têm sido determinantes na conquista de novos clientes. No entanto, há também espaço para a (prudente) inovação, como são os casos das açordas ou dos mais recentes chutneys, que procura adaptar os sabores tradicionais aos gostos de novos públicos.
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Reparar defeitos em corações de bebés
2015-10-01
Maria José Pereira sempre gostou de ciências e matemática. Concluiu a licenciatura em Farmácia, em Coimbra em 2008, e seguiu diretamente para o doutoramento, já que a média de 16 valores lho permitia. Acabou por tirar um doutoramento em Bioengenharia nos EUA. Hoje é responsável por um grupo de investigação na GeckoBiomedical. Já tem ideias para o futuro, mas não quer desvendar: "São ideias ainda em fase embrionária." Durante o tempo em que esteve nos EUA diz ter conhecido muita gente, serviu para "expandir horizontes" e para trabalhar numa equipa multidisciplinar. Um dos seus interesses era a regeneração cardíaca e os novos biomateriais que podiam ser utilizados nessa área, não tanto fármacos, mas outros componentes, mais inovadores, para regenerar o coração. Foi através do orientador de doutoramento que chegou à startup francesa, GeckoBiomedical. Já não passa tanto tempo no laboratório, porque agora é responsável por um grupo de investigação, numa equipa com mais três investigadores, que brevemente passarão a quatro. A investigadora foi a primeira portuguesa reconhecida pela “Forbes” e pela MIT Technology Review, com menos de 35 anos, por ter contribuído para o desenvolvimento de um novo material que ajuda a reparar defeitos em corações de bebés.
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O desejo de transformar a empresa numa marca forte
2015-10-01
Na infância queria ser artista, mas acabou por licenciar-se em Direito e tornar-se gestora. Acredita que “não há sucessos individuais”, por isso tem prazer em trabalhar sobretudo em equipa. Aos 54 anos, Ana Paula Rafael gere a Dielmar, uma empresa familiar que tem tido sucesso no mundo da moda e que já conquistou clientes emblemáticos como a Seleção de Futebol. A empresária divide o seu tempo entre os negócios da família e alguns processos que ficaram pendentes do escritório de advocacia. Desde muito jovem que tinha o desejo secreto de transformar a empresa numa marca forte. Isto porque é “uma pessoa que necessita de se alimentar com novos projetos e desafios interessantes”. Apesar de a Dielmar já estar a crescer e a ter sucesso no mercado nacional e internacional, Ana Paula Rafael garante que não vai ficar por aqui. Sublinha que “falta ainda abrir lojas da marca em todo o mundo, nas principais cidades dos diversos países”. A gestora tem ainda o desejo de ajudar a criar ou liderar um grupo de trabalho para desenvolver em Portugal um projeto de parcerias colaborativas para criar o “made in” Portugal e capacitar um organismo para liderar o apoio à facilitação da criação e implementação de marcas portuguesas no estrangeiro.
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