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Empreendedorismo é Notícia
Your: Como mulheres e números conseguem vencer num mercado masculino
2015-12-18
Sara do Ó quis trazer ao mundo cinzento da gestão de empresas um tom mais alegre e feminino. Depois de ter trabalhado, durante dois anos, em auditoria, percebeu que tinha vontade e capacidade para construir um projeto de raiz. Por isso, aos 26 abandonou a multinacional onde trabalhava e criou a sua própria empresa, a Your. Começou como um gabinete de contabilidade, mas rapidamente os clientes começaram a surgir e, à contabilidade, juntou-se o controlo de gestão, a direção financeira e até a estratégia de comunicação. Ao início não foi fácil. Teve que combater o estigma de ser mulher e trabalhar com números, numa área que ainda é considerada masculina. No entanto, a ótima gestão de equipa e forma única como se dedica aos clientes fez com que a empresa crescesse. Ao mesmo tempo, a Your aposta nas mulheres que trabalham no seu grupo, que compõem 90% do total de trabalhadores. Consciente da discriminação por que passam muitas mulheres em questões de maternidade, a empresa de Sara do Ó criou o “Your Mum” que permite que todas as mães possam sair mais cedo um dia por semana para ir buscar os filhos à escola. Combatendo a ideia de que os números são aborrecidos e de que as mulheres não se entendem a trabalhar, hoje Sara do Ó detém uma empresa com um volume de negócios de quase três milhões de euros e que foi galardoada, pela revista “Exame”, como uma das melhores empresa para trabalhar.
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Empresária arrisca e junta culinária e história
2015-12-18
Quando era mais nova, por motivos de saúde, teve que passar muitos anos de cama. Nessa altura leu muito e cresceu com a referência dos heróis dos livros. Consequência: hoje é uma mulher marcada pela diferença e pela coragem. Luísa Sousa Otto dedicou-se durante anos à comunicação educativa em projetos apoiados pela Comissão Europeia. Agora junta a educação à culinária na empresa Bites of History. Depois de perceber que muitos turistas que vão a Lisboa acabam por não saber muito sobre a cultura e a história nacionais, Luísa Sousa Otto achou que era possível ilustrar biscoitos de maneira a que representassem monumentos icónicos da capital. Por isso, estacionou uma carrinha perto do Mosteiro dos Jerónimos e sugere aos turistas lisboetas que “saboreiem” um pedaço de história. Em dois meses, Luísa Sousa Otto vendeu mais de duas mil bolachas e já tem em mente uma nova edição: vai lançar uma coleção dedicada a Fernando Pessoa e outra ao Porto. A iniciativa surgiu como uma surpresa para a própria empresária, porque foge da área em que sempre trabalhou, mas é com orgulho que vê que o seu projeto tem tido muita adesão. O sucesso da sua aposta já leva a empreendedora a ponderar a expansão do negócio a outras cidades. O trabalho ocupa-lhe 90% do tempo, mas Luísa Sousa Otto não se importa porque a sua realização pessoal e profissional vem do que faz. Está sempre pronta para novos desafios e tudo por dedicação aos projetos que empreende.
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De Viana do Castelo para Nova Iorque
2015-12-18
A joias sempre estiverem presentes na sua vida, mas nunca pensou vir a fazer da joalharia a sua profissão. Desde muito nova que gostava de desconstruir a bijuteria que tinha em casa e adicionar-lhes pedras e conchas. Hoje, Liliana Guerreiro é a designer de joias portuguesa com mais sucesso e dedica-se especialmente à reinterpretação da filigrana. Natural de Viana do Castelo, é à sua origem que vai buscar as influências para o trabalho, numa terra onde as mulheres sempre andaram com o peito carregado de ouro. A empresária conseguiu juntar a inovação e a tradição com joias que se adaptam ao corpo de quem as usa. No seu processo de criação, a designer não conhece limites e todos os dias pensa em novos desenhos para peças. O problema surge quando é necessário passar da imaginação para a prática. Mas Liliana não desiste e o seu trabalho reflete o fascínio que tem pelos processos de fabrico artesanais. O seu percurso tem sido marcado pelo sucesso: já venceu nove prémios e colabora com mestres ourives ligados à arte da filigrana. Liliana Guerreira conseguiu ser a primeira portuguesa convidada para participar na prestigiada mostra de joalharia contemporânea LOOT - MAD about jewerly, no conceituado Museu de Arte e Design de Nova Iorque. Devido ao trabalho que já fez, e à maneira original como reinventa as peças, Liliana Guerreiro conquistou o mercado e é presença habitual em várias conferências para divulgar o país e a sua marca. Hoje é uma das mais proeminentes designers de joalharia contemporânea e o trabalho que desenvolve atravessa fronteiras.
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Ser uma mulher de negócios internacional através da cortiça
2015-12-18
Sandra Correia nasceu no mundo da cortiça e representa a terceira geração de uma empresa industrial familiar. Com curiosidade e perseverança, conseguiu construir a sua própria marca que já a levou a ganhar vários prémios internacionais. Um dos seus sonhos era dar à cortiça um uso moderno e integrado nas tendências de moda. Assim, a empresária cria, em 2003, um guarda-chuva de cortiça que se tornou a imagem central da sua empresa e que conduziu à criação da Pelcor. Por ser uma mulher dentro de um mundo de homens, a empreendedora teve que enfrentar vários desafios e criar a sua própria visão no mundo da cortiça, ao mesmo tempo que percebeu que podia criar um produto diferente, mais feminino, que ajudasse a impulsionar a empresa. Consciente das diferenças de género existentes no mercado de trabalho, com a Pelcor a empresária aposta na igualdade dentro da sua empresa, o que já lhe valeu os prémios de Melhor Empresária da Europa, atribuído pelo Parlamento Europeu e Conselho Europeu das Mulheres Empresárias, em 2011, e, já este ano, o prémio Best International Business Owner 2015, pela organização americana Women Presidents’ Organization. Devido ao seu sucesso, Sandra Correia é frequentemente convidada para falar sobre o seu empreendedorismo em conferências internacionais.
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Mãe e filha juntam-se para lançar empresa
2015-12-18
Maria Briz trabalha na área da comunicação mas sempre quis criar um negócio com a mãe, Rita Barreto, que tem uma forte ligação à área das artes e é uma pessoa muito criativa. Um dia, a mãe conseguiu arranjar os seus sapatos apenas com um colar e foi aí que surgiu a ideia para um novo negócio: a Sola. A empresa dedica-se a juntar peças de arte pintadas à mão a sapatos de salto alto. Maria Briz e Rita Barreto querem mostrar que uma mulher pode transparecer a sua individualidade e personalidade através dos sapatos e, ao mesmo tempo, ter o seu próprio estilo e arrasar em qualquer lado. No início, as empreendedoras encontraram algumas dificuldades para conseguir arranjar uma fábrica porque a indústria do calçado em Portugal, apesar de ser boa, é muito fechada. No entanto, o problema foi resolvido quando conseguiram encontrar um produtor em Santa Mara da Feira. Atualmente os sapatos são feitos nessa fábrica e pintados à mão por Rita Barreto que pode recorrer a desenhos românticos ou temas mais irreverentes. Depois, o processo de produção termina quando os sapatos são envernizados por Maria Briz. O sucesso da empresa já as levou até a conquistar o mercado do Dubai, Angola e Brasil. A dupla conseguiu, inclusive, chegar aos EUA. Hoje, mãe e filha continuam a dar a oportunidade a cada mulher para ousar ainda mais e confiar em si própria.
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