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Empreendedorismo é Notícia
Empreendedora cria empresa apenas com 200 euros
2016-02-12
Em 2013, Patrícia Gouveia ficou desempregada mas não desanimou. Depois de trabalhar dez anos numa empresa, a firma onde estava encerrou e a empreendedora viu-se sem trabalho. No entanto, Patrícia encarou a mudança como uma nova oportunidade para fazer algo que a preenchesse e a desafiasse. Como tinha gosto por moda, começou a desenvolver uma marca de acessórios. Com apenas 200 euros conseguiu criar uma coleção e fundou a BYOU. Ao início era apenas uma firma de acessórios, mas hoje já se tornou numa marca de roupa portuguesa. A empresária optou por iniciar a linha com peças mais acessíveis e foi introduzindo, gradualmente, algumas peças de roupa. No início não foi fácil, porque a nova direção exigiu que pesquisasse vários fornecedores, mas com cinco mil euros conseguiu que a BYOU se afirmasse oficialmente no mercado. Patrícia Gouveia consegue vender online e tem uma loja aberta na capital. Cada coleção que é lançada tem 15 peças que são escolhidas de maneira a que os clientes mantenham o interesse durante toda a temporada. As vendas já conseguiram chegar ao mercado internacional, com compradores na Austrália, no Brasil e no Reino Unido. Apesar do sucesso que tem tido, a empreendedora prefere avançar com cuidado e tendo sempre em atenção o feedback que recebe.
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Bovi: Inovar no setor têxtil
2016-02-12
Amélia Marques terminou a sua licenciatura e abraçou um trabalho diferente do que esperava. Em 1977, foi dirigir a empresa do seu pai, uma firma no setor de têxteis-lar, a Bovi. A empresária chegou à empresa e percebeu que o seu trabalho ia ser difícil. A Bovi estava num contexto de problemas de trabalho, reivindicações de sindicatos, falta de um sistema administrativo organizado e ainda problemas comerciais e financeiros. No entanto, depois de conseguir ultrapassar os obstáculos, Amélia Marques apostou numa nova visão, a da inovação. Nesta altura a empreendedora consegue conquistar o mercado fora de Portugal, sem nunca esquecer o interno. Com a experiência que foi acumulando, Amélia Marques visitou lojas e tentou aumentar a sua rede de contactos nos lojistas, enquanto, paralelemente, diversificava os seus produtos. A empresária criou, inclusivamente, uma linha exclusiva de roupa de dormir para mulheres recorrendo ao bordado como ponto forte. Hoje, a Bovi é uma das empresas portuguesas mais reconhecidas mundialmente pela sua qualidade e tem uma imagem consistente no mercado internacional. A empresária conseguiu que a sua firma acompanhe as tendências e se afirme como inovadora. A atenção ao detalhe consegue fazer com que se destaque no mercado ao mesmo tempo que oferece produtos de elevada qualidade.
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Empresária cria linha de sapatos para mães e filhas
2016-02-12
Em menos de três meses, a vida de Dalila Moutinho mudou. As filhas da empresária queriam calçar sapatos iguais aos da mãe. No entanto, esta percebeu que não conseguia comprar sapatos iguais em tamanhos tão diferentes. Assim, para conseguir satisfazer as suas filhas, e com a perceção de que este seria um bom nicho de mercado, Dalila Moutinho criou uma empresa, a DM22. A ideia surgiu apenas em dezembro, mas hoje a DM22 já tem duas coleções. A empresária, que já tinha gosto pelo mundo do calçado, contactou imediatamente fornecedores e fabricantes e conseguiu desenhar uma coleção inteira. Com o apoio da Incubadora de Empresas do Município de Albergaria-a-Velha, no início deste ano já a empresária estava a fazer vendas. Dalila Moutinho desenha calçado igual para mães e filhas, mas vai mais longe e deixa ainda a possibilidade para que qualquer artigo possa ser personalizado ao gosto de cada um, através da escolha de peles ou outros materiais. Os sapatos, desenhados pela empresária, são produzidos em São João da Madeira e vendidos através da sua página de Facebook. Os tamanhos variam entre o 24, para os mais novos, e o 44, para as mães, e os preços vão desde os 50 euros aos 105, para quem quer sapatos personalizados. A nova coleção vai contar com sandálias e sabrinas, sempre a combinar, e sempre com muita atenção às tendências do mundo da moda.
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Enamorata junta praia e inovação tecnológica
2016-02-12
Através de uma simples toalha de praia, a Enamorata, em parceria com a Smart Inovation, está a conseguir potenciar o combate à propagação de vírus como a malária e o dengue. A empresa têxtil portuguesa inventou, assim, a primeira toalha repelente de mosquitos. A Enamorata foi fundada por Fátima Costa, em 2012, e tem vindo a captar a atenção dos mercados. A primeira coleção pretendia divulgar o artesanato da região de Vila Verde, onde está localizada a empresa, através da inspiração dos desenhos dos “Lenços dos Namorados” para uma linha de bikinis e fatos de banho de grande qualidade. A empresária, que é economista e tem anos de experiencia no setor financeiro de grupos têxteis, aventurou-se no empreendedorismo e percebeu que a coragem que teve deu frutos. Agora a Enamorata já está a conseguir afirmar-se no mercado têxtil nacional e a aposta passa pelos mercados da inovação tecnológica e da saúde pública. A inovação, a criatividade e a funcionalidade fazem parte da génese da Enamorata, que aposta nos concursos de beleza para divulgar a sua existência. A produção é toda feita em Portugal e Fátima Costa conta com parcerias com várias empresas nacionais. Uma delas é com uma empresa de Braga, a Ouro Ave, onde usa peças de filigrana nos seus bikinis. Graças à nova toalha que apresentou este ano, a empresária já recebeu propostas de parceiros comerciais em vários países.
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Estudante empreendedora cria marca de roupa
2016-02-12
Maria Roquete estuda Design no Instituto de Arte, Design e Empresa. No entanto, o facto de ser ainda estudante, e ter apenas 19 anos, não a assustou quando pensou em começar um negócio só seu. No ano passado, a estudante criou a Cubi e afirmou-se nas redes sociais. Depois de ter percebido que os páreos tinham muito sucesso no seu site, a jovem criadora decidiu que esse era o momento de mostrar tudo o que tinha andado a criar e fundou a Cubi. No entanto, o sucesso da sua empresa fez com que percebesse que vender apenas páreos não era suficiente e que o mercado estava a pedir mais. Assim, em menos de um ano desenhou e lançou uma linha de vestidos, fatos de banho, casacos, entre outros produtos. Todas as peças são exclusivas, feitas à mão pela empreendedora e 100% portuguesas. Os preços variam entre os treze e os trinta euros e a empreendedora opta por nunca ter uma época de descontos, já que as peças são vendidas a preços reduzidos. Por enquanto, as peças são vendidas apenas na Internet, mas a oferta é muito variada. As empresária está a tentar aumentar o seu público alvo e pensa em criar uma coleção com peças masculinas. Para o futuro, Maria Roquete gostava de vir a conseguir abrir um espaço físico onde possa expor as suas peças e vendê-las, para que haja um maior contacto com os clientes.
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