Empreendedorismo é Notícia
O sonho comanda a vida de Carolina Almeida Cruz
2016-04-01

“Sapana” significa “sonho” em alguns dialetos do Nepal e da Índia. E é com base nos sonhos que despertamos, aprendemos e fazemos, considera Carolina Almeida Cruz, CEO & Founder da Sapana.org, uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) focada no empowerment socioeconómico de pessoas e comunidades. Com projetos em Portugal e no estrangeiro, esta ONGD nasceu numa viagem que Carolina realizou à India e ao Nepal, onde viveu e trabalhou com as comunidades locais durante o ano de 2010. As difíceis condições que partilhou com os habitantes daquelas comunidades tornaram clara a necessidade de atuar e de melhorar. Assim, em 2012, Carolina Cruz fundou a Sapana.org, que tem vindo a trabalhar em três temas: desemprego, minorias étnicas e prisões. A organização pretende desenvolver um trabalho exemplar na área da igualdade e sustentabilidade humana a nível nacional e internacional. Detentora de um Executive Education em Harvard, Carolina Almeida Cruz trabalhou para as Nações Unidas, onde também estudou Empreendedorismo na Universidade para a Paz. Agora, prepara-se para se dedicar a um MBA na Universidade de Roehampton. A empreendedora acredita que frequentar um MBA lhe vai permitir aceder a uma rede de contactos para promover sinergias e partilhar experiências e know-how, abrindo portas à internacionalização da Sapana.org.

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Glowed: Vestidos de noiva que chegam aos cinco continentes
2016-04-01

Joana Montez é a responsável a solo pela marca Glowed: pensa, desenha e acompanha todo o processo de confeção dos cerca de 200 vestidos de noiva que a empresa vende anualmente. A marca foi criada em 2000, com uma sócia, mas desde 2014 que Joana gere sozinha a empresa, com trabalho e criatividade redobrados, mas que reconhece valerem a pena. A empresária já vendeu vestidos para o mundo inteiro e tem noivas estrangeiras a vir a Portugal só por causa das suas peças. Porém, sentiu a necessidade de criar algo diferente e, depois de ter repensado a estratégia do negócio, a designer deu mais um passo no sentido do crescimento. No final de fevereiro deste ano, Joana apresentou a primeira coleção-cápsula, composta por 25 modelos extra direcionados para um público diferente, que não é necessariamente o das noivas convencionais. A marca é a mesma, mas esta coleção é prêt-à-porter e pode servir para noivas mais descontraídas, com medidas fáceis, como também para o mercado da festa e celebração. A linha de festa foi apresentada em parceria com a Loja das Meias, o primeiro ponto de venda da nova coleção. A nova marca está à venda no showroom Joana Montez e na loja online Glowed Store. A empreendedora criou ainda uma linha de acessórios para senhora e outra para criança, e revela que o Reino Unido está entre os seus mercados internacionais prioritários.

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Casa da Velha Fonte fez Maria trocar Sintra pelo Ladoeiro
2016-04-01

A ideia era constituir uma empresa que reunisse num espaço físico tudo aquilo que o mundo tem para oferecer, explica Maria Caldeira de Sousa, que escolheu a aldeia do Ladoeiro para materializar o seu projeto. Tudo começou em agosto de 2015, quando Maria deixou Sintra e se mudou para o concelho de Idanha-a-Nova, com o marido e o filho de sete anos. O potencial de desenvolvimento, a paisagem, o clima e o notável trabalho da Câmara Municipal em divulgar a tradição, história e cultura local e em atrair pessoas para o território foram os critérios que a conquistaram. Desta forma, em março deste ano foi inaugurada a Casa da Velha Fonte, uma distinta cafetaria no Ladoeiro, que é a concretização de um sonho da família Sousa, uma das que foram acolhidas pela estratégia “Recomeçar”, promovida pelo município de Idanha-a-Nova. Além de cafetaria, o espaço alberga uma loja e papelaria, com produtos locais e do mundo. Regularmente, pretende ainda organizar momentos musicais, tertúlias, exposições, caminhadas, jogos ou viagens, entre outras atividades. A Casa da Velha Fonte é um espaço de partilha que visa prestar serviços a toda uma comunidade, mimando todos os conterrâneos e visitantes da aldeia do Ladoeiro.

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iellow: Uma marca de mel 100% natural vendido em pacotinhos
2016-04-01

Quando Maria Teresa Azoia decidiu estudar Educação Social em Santarém, terra onde nasceu, estava longe de imaginar que um dia viria a ter o seu próprio negócio. Terminada a faculdade, mudou-se para Lisboa para trabalhar mas, poucos anos depois, voltou a Santarém. O facto de os seus pais terem uma exploração agrícola levou a jovem a fazer uma especialização na área de técnicas de produção integrada em hortícolas, de maneira a dar mais apoio na empresa da família e, ao mesmo tempo, já a pensar num nicho de mercado: a apicultura. Maria Teresa descobriu que o mel era subvalorizado em Portugal e, uns meses depois, decidiu criar a iellow, uma marca de mel 100% natural e vendido em pacotinhos individuais parecidos com os do açúcar mas que abrem ao meio, tornando o processo mais prático e limpo. Além disso, a empreendedora quis produzir um conceito diferente que trouxesse valor acrescentado ao mercado. Valor esse que foi reconhecido ao alcançar o décimo lugar distrital no Poliempreende, que se traduziu no segundo lugar a nível nacional. Os pacotes de mel iellow estão à venda na loja online da marca, em lojas gourmet, supermercados especializados e em algumas lojas de desporto. Dentro das prioridades da empresa está o investimento na internacionalização. Por enquanto, vende para França e Alemanha, mas no futuro quer chegar aos mercados norte-americano e asiático.

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Metro e meio de altura mas criatividade sem limites
2016-04-01

A mania do "faz-tudo", a vontade de mexericar e o fervilhar de ideias levou Marina Moreira a criar o seu projeto de artesanato. Fiel aprendiz do seu avô, que era carpinteiro, esta jovem do Porto, com raízes em Viseu, adorava, quando era adolescente, o cheiro da madeira cortada e achava que um dia seria ela a construir as suas próprias peças. Talvez não seja por acaso que é engenheira civil de profissão. Por sua vez, a avó de Marina era costureira e a arte de trabalhar com linhas e tecidos passou para a sua mãe, que ensinou o ofício a Marina. Com empenho e dedicação, a jovem continuou por sua conta a explorar o mundo do artesanato. Assim, em julho de 2015, a altura de Marina deu o nome ao seu projeto que então nascia: Metro e Meio de Oficina. A empreendedora diz que o seu projeto é ainda pequenino e simples, mas toca o coração das pessoas porque trabalha para momentos únicos da vida, como o casamento, a emoção do nascimento dos filhos, o batizado ou o primeiro aniversário. Para tornar estes momentos ainda mais especiais, Marina trabalha afincadamente para colocar em prática as suas ideias coloridas e a combinação dos seus materiais. Por isso não lhe custa passar manhãs a pintar, tardes a costurar e noites a cortar papel. Para Marina, cada novo projeto é uma aventura única e partilha-o com muito carinho na página oficial do Metro e Meio de Oficina no Facebook.

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