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Empreendedorismo é Notícia
NAPline: Dormir numa cápsula no aeroporto
2016-06-03
Depois de passar uma noite num banco do aeroporto, Mariana Perdigão começou a pensar numa solução que fosse acessível às pessoas que não queiram gastar muito dinheiro por pouco tempo, como em hostels ou hotéis. Foi assim que começou a desenvolver-se a ideia da NAPline. Primeiro, numa disciplina de empreendedorismo da Católica Lisbon School of Business & Economics. Depois a ideia cresceu, ganhou potencial de negócio e surgiu no Challenge Startup 1.0 do BET24, em abril deste ano. Foi aí que Mariana conheceu Paulo Ferreira e Teresa Albino, os outros elementos da equipa. A NAPline, que ficou nos três primeiros lugares do Challenge 1.0, está a recolher apoios para a construção de três cápsulas experimentais e já conseguiu mais de mil euros numa campanha de crowdfunding. A proposta passa por criar cápsulas em colmeia, umas em cima das outras, para poupar espaço, e que vão ser instaladas junto às portas de embarque. O interior vai ser adaptável e vai permitir que as pessoas relaxem ou durmam enquanto esperam pelo avião. A NAPline quer apresentar a proposta à ANA - Aeroportos nos próximos meses e implementar a solução até ao final do ano. Depois da aprovação, a NAPline estuda o desenvolvimento de reservas online e até de serviços premium.
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Quinta do Arneiro com mercearia e restaurante
2016-06-03
Luísa Almeida foi viver para a Quinta do Arneiro, na freguesia da Azueira, em Mafra, no início dos anos 2000 e decidiu mudar de vida: largou a livraria que geria há 14 anos e começou a tratar do pomar e das hortas. Em 2007, Luísa fundou o projeto da Quinta do Arneiro, cofinanciado pelo Proder a 40%, que implicou um investimento de cerca de 300 mil euros. Dois anos depois, saíram da horta os primeiros produtos biológicos certificados. Entretanto, a Quinta aumentou as estufas, remodelou um armazém para o embalamento dos produtos e licenciou a cozinha para transformar os excedentes da horta. Para escoar a produção, os produtos são vendidos em feiras biológicas e entregues em cabazes, ao domicílio, na zona da Grande Lisboa. Atualmente, a quinta entrega, em média, 1.500 cabazes por mês e, em 2015, faturou 750 mil euros. Mas o objetivo de Luísa é ir mais além e, brevemente, a Quinta do Arneiro vai ter mercearia, academia e até um restaurante. Não vai haver ementa, as pessoas chegam e comem os produtos da horta que houver no dia. O piso térreo terá uma pequena mercearia, onde os visitantes podem comprar os produtos biológicos da quinta, e no primeiro andar vai instalar-se a academia, para cursos com temas como sustentabilidade, alimentação e agricultura.
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Madeira: Uma ilha de paisagens e experiências
2016-06-03
Rita Galvão apresenta-se como a anfitriã do arquipélago que a viu nascer: a Madeira. Comunicadora por natureza, deixou-se levar pelo sonho de montar o seu próprio negócio. Concluído o curso de Comunicação Social em Lisboa, Rita enveredou pelo turismo. Depois de oito anos dedicados ao Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato madeirense, Rita mudou de vida e, em 2013, surgiu a ideia de criar um site agregador de vários parceiros turísticos locais. Assim nasceu o Discovering Madeira, que propõe uma experiência turística alternativa para quem procura mais do que as tradicionais caminhadas pelas levadas ou as descidas em carros de cesto no Funchal. O portal oferece informações sobre a ilha da Madeira, bem como a possibilidade de reservar hotel e comprar experiências antecipadamente. As estreitas ligações da empreendedora ao vinho da Madeira trouxeram à luz outro projeto, o Madeira Wine Tours, também disponível no site, através do qual se marcam provas de vinho. Por cada experiência vendida no portal, o Discovering Madeira recebe uma comissão das empresas envolvidas no negócio. Rita quer ser líder em marcações online no mercado local e para isso conta com uma rede que envolve cerca de 60 parceiros turísticos.
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Jovem recria queijo em laboratório improvisado
2016-06-03
Frequenta o 10º ano, mas já dá cartas no mundo do empreendedorismo feminino. Aos 17 anos, Paula Rego é a mentora de um negócio de queijos com um ingrediente especial. O segredo está na água que sai das pequenas fontes termais das Furnas. O resultado? Quatro variedades de queijos feitos com água azeda: um normal, um com orégão, outro com tomilho e outro com alho. Além disso, vêm em três tamanhos - 250 gramas, 500 gramas e um quilo - e em três estádios de cura - amanteigado, meia cura e curado. Tudo é preparado num laboratório improvisado, ou seja, na cozinha da exploração leiteira da família. Depois de vários meses de testes e de um investimento de 100 mil euros feito pelo pai neste projeto, o produto irá chegar ao mercado em breve. É verdade que a jovem ainda tem dois anos de estudos pela frente, até concluir o ensino obrigatório, mas já está de olhos postos no futuro. Para além de continuar com esta ideia de negócio dedicada aos queijos, Paula quer criar uma confeitaria ao lado da fábrica para servir o próprio iogurte e gelados. Este vai ser o seu projeto final do ensino secundário. Depois disso pretende fazer formações em países como a França, a Suíça e a Holanda, onde a produção de queijo está muito desenvolvida.
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O sucesso dos biquínis brasileiros no Porto
2016-06-03
Inês Pinheiro, de 29 anos, é a proprietária da Favela do Biquíni, uma nova loja no Porto, que vende biquínis mas também sapatos, que abriu no passado dia 14 de maio. Apesar das prateleiras dos sapatos, os biquínis são o grande destaque da loja. Esta é a primeira loja de Inês, mas já tinha aberto vários showrooms em Lisboa e no Porto. A portuense estudou Design Gráfico, mas desistiu em 2010. No ano seguinte, foi estudar Linguística porque queria ser jornalista, mas tal também nunca aconteceu. Quando estava a terminar o curso, foi para o Rio de Janeiro de férias durante um mês. Trouxe biquínis para as amigas e publicou as respetivas fotografias no Facebook. Recebeu tantos elogios e pedidos de mulheres que também queriam aqueles biquínis que percebeu logo que havia ali uma oportunidade de negócio. Agora, encomenda os biquínis a várias fábricas no Rio de Janeiro e revende as peças em Portugal. Na loja, para além da marca portuguesa de biquínis Flutua, também existem peças da Tanya Heath, uma ex-concorrente canadiana do Shark Tank que criou uns sapatos com saltos amovíveis. Aliás, esta era a marca que ocupava aquele espaço antes da chegada da Favela do Biquíni. Em Lisboa também já se pode encontrar a marca no Edifício Castil.
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