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Empreendedorismo é Notícia
Teresa Gameiro reinventa a tradição
2016-10-07
Uma ideia empreendedora pode ter sempre estado à sua frente sem que lhe desse a devida importância. Foi o que aconteceu com Ana Teresa Gameiro Neves, natural de Leiria e formada em design de moda. O gosto pelos trabalhos manuais com tecidos ganhou-o certamente das avós, que toda a vida viu a fazer crochets, almofadas com retalhos de tecidos e pegas. Após estagiar em Itália, numa empresa que privilegiava as tradições têxteis locais, percebeu que fazia sentido pensar o seu trabalho “a partir da história têxtil de uma região e dar-lhe continuidade”. Foi assim que, de regresso a Portugal, a viver em Fátima perto das avós, começou a desenhar as primeiras malas, a misturar pano feito de restos de tecido de algodão e pele, e criou uma marca, a Teresa Gameiro. As ideias já a levaram a expandir-se para a decoração da casa, sempre com base no trabalho de tecedeiras locais, em teares manuais com teia de puro algodão. O respeito por quem dedicou o seu tempo e resistência física ao ofício com o tear vai ser uma constante nas suas peças, pois apesar de já ter aprendido a manuseá-lo, para si “o que faz sentido é continuar a trabalhar com estas mulheres”.
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O mundo aqui tão perto
2016-10-07
Amigas de longa data, Filipa Castanhinha e Rafaela Fortunato estudaram Psicologia em Portugal e seguiram a via profissional que as levou para geografias distantes. No entanto, em 2014, já com o regresso ao país de origem em mente, Filipa, no Brasil, e Rafaela, em Inglaterra, combinaram uma viagem conjunta de três meses antes de voltarem definitivamente à terra natal. Índia foi o destino escolhido que acabaria por dar alento às suas veias empreendedoras, onde se apaixonaram pelas cores e tecidos do país e por pequenas fábricas de artesãos que foram encontrando pelo caminho. O block print, que consiste na estampagem de tecidos feita com blocos de madeira talhados manualmente, com tintas extraídas de plantas, foi a técnica que definiu os primeiros trabalhos feitos em Portugal. E o Facebook acabou por ser o principal meio comunicador da primeira coleção da Oficina Shanti – Made in Travelling, como decidiram chamar à marca, com a passagem da palavra a fazer chegar as fotografias das suas peças a cada vez mais pessoas, e os pedidos e encomendas também sempre a crescer. Para o futuro estão já pensadas novas viagens, de onde esperam recolher mais experiências que possam por em prática no negócio conjunto.
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Promover Viseu com Cem Reis
2016-10-07
O local onde se mora pode muito bem ser a fonte de inspiração para a criação de um negócio. Que o diga Carla Oliveira, mãe de quatro filhos, terapeuta de medicinas alternativas e formada em Artes, que no meio do seu preenchido horário diário foi encontrar tempo para se tornar numa empreendedora através da promoção da sua cidade. Viseu é cidade com muitos anos de história, à qual Viriato, herói lusitano, está intimamente ligado, por se pensar que tenha sido a sua terra natal. No entanto, a sua imagem era pouco divulgada na localidade, e a inquietação criativa de Carla levou-a a criar bonecos de pano que representam o lendário líder lusitano e alguns dos seus guerreiros. Da criação à venda foi um passo, e o espaço acabou por ganhar o nome dado por um dos filhos, Cem Reis, que remete para a história nacional. No espaço comercial é possível encontrar outras peças da sua autoria, como pratos de louça para a parede que contam histórias de Viseu, pequenos cadernos com lendas locais, brinquedos de madeira e ainda criações artesanais de alta qualidade da região, como os agasalhos as Capuchinhas ou os cobertores de papa da Guarda. Ideias são algo que não lhe falta, por isso a Cem Reis vai sempre ter novidades.
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Degustar e experimentar no lugar de comer
2016-10-07
A experiência ganha em restaurantes a trabalhar por conta de outrem pode tornar-se essencial na abertura do próprio negócio. Assim se passou com Joana Xardoné que, em conjunto com o namorado, que conheceu quando ambos trabalhavam num restaurante em Lisboa, decidiu abrir o seu próprio estabelecimento, aplicando as boas ideias de vários outros locais. Foi assim que surgiu o Apicius, junto à Assembleia da República. A engenheira de redes de informação e comunicação não receou aplicar-se de forma integral a uma área que até ao momento apenas tinha como part-time, pois na realidade já representava o seu ganha-pão. E um ano após a abertura, a refeição foi transformada numa experiência com três menus de degustação. Mais um investimento do qual não se arrepende. “Se os clientes pedem mais do que um prato, provam sempre coisas novas, então é porque não querem só uma refeição, querem a experiência”, diz Joana. A inovação vale-lhe o reconhecimento pela distinção da oferta concorrente. E a diferença nem sempre tem de estar associada a mais gastos. “Focamo-nos sobretudo em fazer tudo muito bem feito ainda que usando ingredientes geralmente associados à baixa cozinha. Acabamos por ter muito treino a trabalhar alimentos que são supostamente menos nobres, porque uma das coisas que aprendemos é que é bom desafiar os clientes”.
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Trabalhar com o que a vida nos dá
2016-10-07
Ana Cerqueira, gestora de 58 anos, podia ter a sua fotografia ao lado da definição de empreendedorismo. “É na criatividade que me sinto bem. Gosto de criar e consolidar projetos, sempre de curta duração, um par de anos. Depois parto para outro”, afirma. Exemplo do trabalho bem conseguido é o Orangea, um licor de laranja 100% artesanal, com um teor alcoólico de 30%, que chegou ao mercado no verão do ano passado. A ideia surgiu enquanto ajudava o marido na reabilitação de um hotel no Algarve. Na região via muitas laranjas caídas no chão e a vontade de lhes dar uso levaram-na a entrar em contacto com Isabel Bensaúde, uma amiga botânica, com a qual criou a bebida feita apenas com as cascas de laranja, álcool, água e açúcar. A distribuição começou na região, chegou às lojas gourmet, e atualmente já se encontra nos aeroportos, “que todas as semanas repetem as encomendas – foi o grande salto”. O próximo passo é a internacionalização. Entretanto, como das laranjas apenas aproveitava as cascas, o que representava um grande desperdício de polpa, o negócio inicial originou uma nova ideia: Rentabilizar a matéria que sobra na forma de um chutney, um molho que representa mais um produto algarvio e que será lançado no mercado em breve.
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