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Empreendedorismo é Notícia
Oficina 166 aposta na versatilidade do weaving
2016-10-28
Diana Meneses Cunha tem 41 anos, três filhos e trabalha na área da banca há quase 20 anos. O gosto por trabalhos artesanais sempre a acompanhou. Sem frequentar cursos ou workshops, Diana experimentou várias artes manuais de forma improvisada. No início de 2015, depois de seis anos a viver em Angola e ao completar 40 anos, sentiu que estava na hora de soltar a sua criatividade. Foi na busca deste desígnio que descobriu, através do Pinterest, o weaving - ou tecelagem -, uma forma de arte popular na Austrália e nos Estados Unidos. As possibilidades e a versatilidade que nele encontrou foram as características que logo a atraíram. De forma impulsiva, foi a Nova Iorque participar em dois workshops ministrados por Maryanne Moodie, uma das mais conceituadas artistas de weaving. Aí, apurou as técnicas fundamentais e familiarizou-se com o tear, instrumento ao qual recorre para dar corpo a algumas das suas peças, todas feitas à mão. Além do tear, Diana recorre a ramos ou troncos naturais de grandes dimensões, que servem de suporte às criações. A lã ou o algodão são as matérias-primas recorrentes e, sempre que possível, a criadora utiliza produtos portugueses. O improviso é a base do trabalho e cada peça é criada ao sabor da imaginação, sem qualquer planeamento, além da cor, que é previamente selecionada. É na Oficina 166, em Lisboa, que decorre o processo de criação. Caça-sonhos, tapeçarias de parede ou colares são algumas das peças disponíveis. É também ali que Diana partilha o seu conhecimento, ao realizar workshops de tecelagem.
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Mazurca Handmade: Do laboratório para o ateliê
2016-10-28
Foi da troca da Biologia pelas artes têxteis, ou do laboratório pelos panos e tintas, que nasceu a Mazurca Handmade, um projeto de Sara Esteves. Tendo por base a sua área de formação, Sara cria padrões e imagens que são depois estampados em tecidos de origem natural. Os bichos, as flores e as plantas são os elementos que marcam os seus trabalhos, que tomam forma em lenços, malas ou mesmo peças de roupas. A criadora assume a preferência por folhas e insetos e pelas cores alusivas ao outono. A sustentabilidade ambiental é também uma das suas preocupações. Procurando utilizar matéria-prima portuguesa, Sara recorre a técnicas de inspiração estrangeira, designadamente a gravura em linóleo, o blockprinting e o stencil. A empresária procura criar peças sempre diferentes umas das outras, assumindo que não gosta de repetir padrões, ou até mesmo cores, no mesmo produto. E mesmo quando é necessário reproduzir algo já existente, o resultado final acaba por ser um pouco diferente. De modo a divulgar o seu trabalho, que já marca presença no estrangeiro, nomeadamente no Brasil, Sara participa com regularidade em eventos como feiras e mercados. A Mazurca Handmade é um dos três projetos que integra o Atelier 1200, localizado no Bairro Alto, em Lisboa, onde a paixão pelos têxteis, fibras naturais e materiais artesanais tradicionais é o denominador comum.
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Catarina Martins é a “Melhor Jovem Agricultora de Portugal”
2016-10-28
Tem 24 anos, frequenta o curso de Engenharia Agronómica da Escola Superior Agrária de Bragança e acaba de ganhar o prémio “Melhor Jovem Agricultor(a) de Portugal 2016”. Catarina Martins cresceu entre os campos da Horta da Vilariça, em Torre de Moncorvo, acompanhando desde sempre a atividade agrícola da família. Em 2013, contudo, sentiu vontade de criar algo próprio e procurou oportunidades para levar o seu projeto em frente. A qualidade dos produtos, crucial para o negócio, era uma preocupação e foi aí que a aposta da jovem agricultora se centrou. Próximo dos terrenos do pai, Catarina construiu um armazém de mil metros quadrados com um sistema de frio que garante a máxima qualidade no processo de colheita devido à rápida armazenagem. Assim, ao mesmo tempo que a pressão de venda é aliviada, a rentabilidade é maximizada. Atualmente, tem dez hectares de produção, onde cultiva hortofrutícolas, algumas frutas e legumes, que vende para o pai. Além disso, está a iniciar vendas para uma empresa recente, que visa a exportação. Este, de resto, é um dos objetivos para o futuro. Criar uma organização de produtores no Vale da Vilariça, para ganhar escala e fazer chegar as frutas e os legumes a várias regiões do país e do estrangeiro, é também algo que faz parte dos seus planos. De forma mais imediata, tem como propósito aumentar a área de cultivo para 20 hectares. Para já, Catarina Martins vai representar Portugal num concurso europeu, onde pretende apresentar um projeto mais consolidado e com algumas novidades.
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Innuos permite ouvir um CD em qualquer lugar
2016-10-28
Amélia Santos trabalhava na Tesco, em Londres, quando, em conjunto com o marido, Nuno Vitorino, mergulhou num projeto centrado na música. A ideia era dar forma a um servidor capaz de armazenar uma coleção de CD, reproduzindo os temas a partir de uma aplicação própria para telemóvel ou tablet, tornando-os acessíveis em qualquer lugar. Amélia revela que, feita a prova de conceito, ficou claro que havia interesse do mercado e isso foi suficiente para uma mudança de vida. Em 2013, o casal mudou-se para Loulé e fundou a Innuos. A qualidade de vida e o alto nível de recursos técnicos que verificaram no Algarve foi o suficiente para a decisão de ali instalarem a startup. A empresária explica que além da música que está guardada no sistema, a unidade também faz streaming de plataformas como o Spotify ou Tidal. Atualmente, a Innuos emprega oito pessoas e cerca de 95% da produção é destinada a países como Inglaterra, Alemanha ou França. Amélia Santos adianta que em Portugal as vendas são residuais, não ultrapassando os 2%. Em 2015, a empresa faturou cerca de 300 mil euros, um valor que, este ano, deverá duplicar. O servidor integra componentes oriundos de vários fornecedores: as caixas são desenhadas em Cambridge e produzidas por uma empresa portuguesa; a parte frontal, em alumínio maquinado, vem da Ásia; e as placas eletrónicas são montadas em Loulé. Fabricar o sistema para outras marcas, tornando-se uma empresa OEM (fabricante de equipamento original) é um dos objetivos da Innuos.
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Barreiros & Vilas: Consolidação e sustentabilidade são prioritárias
2016-10-28
Foi há mais de 40 anos que Coimbra viu nascer a Barreiros & Vilas, pelas mãos de Luís Aragão de Freitas Vilas e Celso Barreiros. Hoje, a liderança da empresa faz-se no feminino e Aida Barreiros Vilas e Aida Maria Vilas, mãe e filha, assumiram os destinos da empresa, dando seguimento à atividade e ao sonho iniciado pelo marido e pai, Luís Aragão de Freitas Vilas. Foi esta uma das formas que encontraram para prestar tributo ao fundador, mesmo sem terem grande noção de como funcionava o negócio. Quando abraçaram o desafio, as empresárias contavam com a colaboração de 18 trabalhadores. Atualmente, o número quase que duplicou. São 33 funcionários que, como frisam, se comportam como uma família e todos os dias se empenham para garantir que a empresa se posiciona ao nível pretendido. Crescer mais e melhor é um objetivo diário que têm vindo a cumprir ao longo dos anos. Além de Coimbra, a Barreiros & Vilas abrange Figueira da Foz e Oliveira do Hospital. Fruto do investimento, que além de profissional é também pessoal, Aida Barreiros Vilas e Aida Maria Vilas dirigem um dos mais modernos concessionários de Coimbra e até mesmo do país. Quando questionadas sobre o futuro, não têm dúvidas: a consolidação e a sustentabilidade da empresa, tornando-a capaz de enfrentar qualquer desafio, é a prioridade máxima. Aida Maria não esconde, no entanto, que gostaria de dar continuidade a uma outra paixão do pai e recuperar a produção de vinho no Douro. Esta produção inclui o vinho Aida Maria, que recebeu a medalha de ouro numa feira em São Paulo.
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