Empreendedorismo é Notícia
Baixo Sabor Summer School: Um novo projeto para o rejuvenescimento regional
2016-11-25

Patrícia Ventura, Ana Guerra, Filipa Marques e Maitê Sena são quatro alunas do ISCTE-IUL que integram a equipa que desenvolveu o projeto vencedor da edição deste ano do EDP University Challenge. A ideia que lhes garantiu a vitória – e com ela cinco mil euros em prémios monetários e a possibilidade de estagiar na EDP – é a de uma escola de verão na região do Baixo Sabor, afetada pelo fenómeno do envelhecimento da população. Tudo começou quando o grupo se deslocou à região, durante quatro dias, tendo verificado que havia lá falta de jovens. Surgiu de imediato uma questão: como contribuir para o seu rejuvenescimento? O desafio passava por pensar em algo que atraísse jovens, mesmo que de forma temporária. O verão seria a altura óbvia para esse projeto, e os campos de férias a base perfeita para o desenvolver. Nascia então a base da Baixo Sabor Summer School. Agora falta concretizá-la, o que não deverá ser difícil. Em termos financeiros, os cálculos apontam para cerca de 15 mil euros anuais. Uma verba que a equipa considera suficiente, até porque a ideia é aproveitar as estruturas físicas e institucionais já existentes. O projeto irá funcionar em parceria com as autarquias e entidades da região, pois a ideia é precisamente fomentar o desenvolvimento local. Quanto ao funcionamento, a Baixo Sabor Summer School quer acolher alunos empreendedores de várias áreas de ensino, que irão desenvolver e implementar projetos multidisciplinares. A data prevista para o arranque do projeto é o verão de 2018, altura em que o plano anual deverá estar delineado. Depois, tudo o que será necessário é que os estudantes se desloquem para o Baixo Sabor, levando consigo novas ideias e uma nova energia.

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Embaixada da Casa: Acompanhamento personalizado
2016-11-25

Magda Sebastião é a mentora da Embaixada da Casa, um projeto que tem por objetivo oferecer um acompanhamento personalizado na venda, compra e arrendamento de casas. Um projeto que tem na sua base um objetivo pessoal desta empreendedora: lançar uma marca própria e, dessa forma, entrar num mercado dinâmico e de onde pudesse obter retorno. Após analisar diferentes áreas pelas quais nutria interesse, chegou à conclusão que a mais indicada seria a do imobiliário. Era a aposta mais segura, até porque conhecia várias pessoas com experiência no setor, a quem poderia recorrer. Assim, formou uma equipa dotada de elementos com know-how, que viria a tornar-se numa empresa. Desde o início que a intenção era marcar a diferença no mercado, pelo que a equipa liderada por Magda tem procurado sempre construir uma relação sustentável e de confiança com os clientes, de um constante acompanhamento onde são oferecidos serviços de valor acrescentado que para além da simples venda de uma casa. Outro dos aspetos desta estratégia passa por receber o feedback dos clientes. Algo que tem resultado, pois os comentários têm sido positivos, havendo mesmo casos de novos clientes que chegam pela via da recomendação de outros. O balanço é, assim, positivo: o break even chegou no segundo ano de atividade. Quanto ao futuro, passa pela expansão da rede. Depois de Cascais – onde começou a sua atividade – e da Grande Lisboa, o objetivo é chegar ao centro da capital e, posteriormente, ao resto do país.

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Nuuk: Joias em família
2016-11-25

A Nuuk é, antes de mais, um negócio de família. É, também, uma história de resiliência e criatividade, da designer Joana Carvalho e da sua mãe, Paula Paiva. Paula estava desempregada e Joana começava a dar os primeiros passos no mundo do design gráfico, depois de uma licenciatura e de uma pós-graduação em Marketing e Publicidade. Resolveram juntar conhecimentos e esforços e avançaram para um projeto próprio na área da moda. A escolha recaiu sobre as joias, pois a opção roupa seria pura e simplesmente incomportável. Nascia assim a Nuuk. Tudo funciona de forma simples: depois de se inspirar, Joana desenha as peças e estas são posteriormente feitas à mão por dois artesãos. A parte empresarial fica com Joana. As peças começaram a ser vendidas a amigos e em mercados de rua, mas o crescimento foi rápido. Tudo ficou mais sério quando, em 2014, produziram a primeira coleção em prata. Esta era tão bem conseguida que receberam prontamente contactos internacionais. Sem darem conta, as peças da Nuuk estavam a ser vendidas no Japão e em Paris. Por cá, a marca esteve este ano representada no Portugal Fashion e na Moda Lisboa, sendo que este último evento foi o palco de apresentação da primeira coleção masculina. É claro que o sonho de Joana e Paula é abrirem uma loja no estrangeiro, mas, por agora, vão começar por um showroom District, um novo centro empresarial do Porto. Apesar de todo este sucesso e crescimento, a Nuuk continua a ser o mesmo projeto de mãe e filha, que continuam dirigir sozinhas.

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Teresa Leão Costa: Liderança junto ao mar
2016-11-25

Teresa Leão Costa é o rosto do Universal Boutique Hotel, na Figueira da Foz. Um negócio de família, adquirido em 2013, que procura proporcionar aos seus hóspedes uma estadia cómoda, em ambiente familiar. Com formação académica em gestão hoteleira e gestão de empresas turísticas, a empresária decidiu colocar no terreno os seus conhecimentos e experiência. Em conjunto com a sua equipa, Teresa defende a proximidade com os clientes, a quem tenta surpreender para agradar. Localizado na zona histórica da cidade, o hotel, que abriu em 1904, tem hoje capacidade para 25 quartos, adaptados às exigências modernas. A empresária nasceu em Coimbra, mas é junto ao mar da Figueira que se sente bem. O contacto com os clientes é uma constante, sobretudo no verão, quando chegam mais turistas para conhecerem e apreciaram as praias da Costa de Prata. Com o turismo a crescer em Portugal, a empresária considera que o pior para o setor já passou e o futuro promete ser risonho.

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Flores com Nome: Produtos com identidade própria
2016-11-25

Alentejo é sinónimo de gente calma e paciente, sem pressas. É o caso de Fátima Grilo, de 41 anos, que decidiu em junho deste ano abrir um negócio próprio, prestando, em simultâneo, uma homenagem ao património natural da sua terra, Évora. Para tal escolheu o projeto de uma florista, onde as flores são sempre naturais, frescas e bem apresentadas. E este último pormenor é, porventura, o segredo do seu sucesso. A Flores com Nome – assim se chama a sua loja – possui uma filosofia que a distingue das floristas tradicionais, procurando sempre apresentar aos clientes soluções diferentes e sofisticadas. Para tal, Fátima enquadra as flores em arranjos personalizados adequados a cada cliente e ocasião, recorrendo a artigos de decoração que acabam por funcionar não apenas como um complemento mas como parte integrante de toda uma peça. Todos os elementos decorativos – como potes, vasos, jarras ou velas – são escolhidos a dedo para cada cliente, que é brindado com peças de elevado requinte. Afinal, em causa estão produtos de marcas internacionais como a sueca Sia, a holandesa PTMD ou a belga J-Line. Tudo para que cada um dos arranjos acabe por se transformar num artigo único. Como se tivesse um nome próprio.

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