Empreendedorismo é Notícia
Noote: Cadernos que lembram brincadeiras de infância
2016-12-09

A designer de Comunicação Valentina Ferreira e o escultor Frederico sonharam com pequenos tijolos de plástico - tipo Lego - para compor a capa de um bloco de notas. Durante quatro anos, bateram à porta de empresas, fizeram protótipos, desenvolveram softwares de customização offline, automatizaram a expedição e registaram internacionalmente a marca e o design de produto. Finalmente, há cerca de três semanas, surgiram para venda os primeiros Noote. Trata-se de cadernos com capas com pequenos tijolos de plástico à la Lego que, além de originais, são personalizados e exclusivos. Desde o início que o objetivo era conseguir unir o imaginário infantil ao pragmatismo do dia-a-dia, com um acessório usado por todos, mas que revele personalidade. Os cadernos Noote são um produto bastante complexo ao nível da engenharia de produto, produção de moldes e injeção plástica, uma vez que a montagem dos bricks exige um rigor dimensional elevado. E foi em Portugal que encontraram o parceiro certo: a Maxiplás. A nova parceria permitiu que a engenharia usada na indústria automóvel pudesse ser usada para fazer os cadernos. Até obter o resultado final foram necessários quatro anos de testes e um investimento total de 500 mil euros. Hoje, a Noote vende produtos numa plataforma online, mas num futuro próximo vai conseguir chegar a lojas físicas.

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Chocolates para o bem da saúde
2016-12-09

Estávamos em 2011 quando Alexandra Fontes decidiu que ia abrir um negócio de chocolates e apostar na confeção artesanal e no cacau puro. Ao mesmo tempo, a empreendedora queria escolher um sítio diferente para a loja. Depois de pesquisar, encontrou o sítio perfeito: um hospital. No ano seguinte conseguiu abrir a Theo Kakaw, uma loja gourmet na CUF Porto Hospital que oferece aos clientes produtos sem conservantes e feitos apenas com cacau, o que acaba por ser bom para a saúde. Aproveitando o espaço onde está situada, a empreendedora começou a destacar as propriedades benéficas do chocolate, que tem ferro e magnésio, e que combatem o stress. Também os diabéticos e os celíacos encontram produtos feitos especialmente para si nas prateleiras desta chocolataria, que, inclusive, está certificada pela Associação Portuguesa de Celíacos. O sucesso da Theo Kakaw já levou Alexandra Fontes a abrir mais lojas noutros espaços hospitalares, como o Hospital da Prelada e o Hospital Lusíadas do Porto. Cinco anos depois de começar o seu sonho, o sucesso da empresária já fez com que tivesse que abrir uma fábrica em Pedras Rubras. Os seus chocolates já foram premiados por duas vezes no Festival de Chocolate e Vinho do Porto. A estrela dos bombons é o Pipo de Ouro, que tem um creme de vinho do Porto e uma sultana embebida no mesmo vinho, e que venceu o prémio de melhor bombom com bebida alcoólica no Concurso Nacional de Chocolates Tradicionais.

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Jovem cria biquínis que acabam com as inseguranças das mulheres
2016-12-09

Joana Guerreiro, de 22 anos, é natural de Leiria, estudante de Arquitetura e tem um espírito empreendedor e uma paixão enorme pelo design e pela moda, que a levaram a criar a marca Hinna. Foi no terceiro ano de Arquitetura, na Universidade Lusíada, que começou a fazer os primeiros rabiscos do que viria ser a sua primeira coleção de biquínis e fatos de banho. Garantir alguma exclusividade no momento em que se pisa a areia foi uma das prioridades da Hinna, cujos produtos são totalmente fabricados em Portugal. Joana começou por procurar fábricas para a produção, mas decidiu mudar de estratégia para que as peças se distinguissem pela máxima qualidade. A estudante procurou costureiras para fazerem os biquínis e, hoje, usa uma licra especial, um forro duplo (para que não haja transparências) e elásticos mais fortes para o biquíni não alargar. A escolha dos materiais também mostra a filosofia da marca: dar mais confiança às mulheres. Joana desenhou calções altos, alguns fatos de banho subidos e partes de cima com e sem copa. A Hinna foi apresentada a 3 de maio deste ano e a criadora juntou também a palavra “felina” para traduzir a verdadeira essência da marca e daquilo que quer transmitir às clientes. Joana quer manter-se no swimwear, mas pensa também lançar bodies para o inverno.

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De Angola para o mundo
2016-12-09

Lúcia Stanislas nasceu em Angola, mas a sua vida já a levou a países de vários continentes. A escola primária foi divida entre Malanje, cidade angolana, e Lisboa. Depois de terminar o ensino médio, já em Luanda, a empreendedora mudou-se para os EUA, onde tirou um curso de informática, para agradar a família. No entanto, a sua paixão era outra área e, por isso, também apostou na formação em filosofia e comunicação organizativa. O sentimento de querer fazer a diferença, e iniciar novos projetos, surgiu quando tinha apenas 14 anos e, juntamente com amigos, abriu uma ONG para ajudar meninos de rua em Angola. Com o passar do tempo, Lúcia Stanislas começou a ter participação em vários projetos, inclusive ligados ao VIH-Sida. De volta aos EUA, a empresária foi convidada para uma empresa que trabalha na área de seguros de vida e de serviços financeiros. Hoje, Lúcia Stanislas já tem mais de dez anos de experiência na área do empreendedorismo e é a responsável por operações de negócios em mais de 20 empresas. Com uma forte ligação ao seu país de origem, onde voltou a regressar, a empresária coordena todas as operações de negócios em Angola, estando ligada à importação de produtos petrolíferos. Apesar das várias dificuldades por que passa o país, a empreendedora mantém uma postura otimista. No futuro, quer passar a apostar na exportação e na dinamização do empreendedorismo em Angola.

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Empresária desenvolve novos sabores de rissóis
2016-12-09

Nicola Ribeiro e o marido tiveram um acidente rodoviário há três anos. Durante o tempo de recuperação, começaram a avaliar a sua vida e perceberam que estava na altura de arriscarem num negócio próprio. A primeira ideia foi criar um projeto ligado à restauração. Assim, a fisioterapeuta arregaçou as mangas e fez uso das férias forçadas para estruturar a ideia. Queria fazer rissóis, mas de uma maneira menos convencional, seriam feitos com sabores doces e com ingredientes para vegetarianos. Assim, em 2015, dois anos depois de muitas provas e experiências, surge a Rissolândia. Neste momento, a oferta passa por rissóis de carne e camarão, os sabores habituais, mas também há experiências diferentes. Bacalhau com natas, lasanha, alheira ou até feijoada complementam os sabores salgados da ementa. Quanto aos doces, a empresária arriscou e serve rissóis de compota, chocolate e de doce de ovos com amêndoa. Os vegetarianos também têm opção no menu e podem escolher entre várias sabores, como bolonhesa de soja, cogumelos brancos ou salteado de legumes. A maior parte da comida que é feita segue diretamente para o cliente final, mas a empresária já tem encomendas para estabelecimentos comerciais. Por agora os pedidos são feitos por telefone ou através da página do Facebook, mas Nicola Ribeiro espera que a sua comida consiga vir a chegar a vários pontos do mundo, sem nunca descuidar o fabrico artesanal que caracteriza os rissóis. As próximas novidades da Rissolândia incluem rissóis de com creme de castanha de Vinhais.

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