|
Empreendedorismo é Notícia
AnotherLife: Do desemprego a um novo projeto de vida
2017-01-13
Juliana Brito estudou Engenharia Alimentar e enquanto arranjou trabalho nessa área não precisou de mudar muita coisa na sua vida. No entanto, quando se viu desempregada percebeu que estava na altura de realizar um sonho que tinha há algum tempo. Assim, a empreendedora não desanimou e em 2015 abriu uma loja de artigos em segunda mão e vintage, um conceito pouco explorado em Portugal. A AnotherLife disponibiliza roupa, calçado e acessórios, mas também mobiliário ou até rádios. Quando teve que apresentar o projeto, a empreendedora contou com a ajuda da iniciativa Famalicão Made In, que apoia novas ideias no concelho de Vila Nova de Famalicão. Alguns dos primeiros objetos foram comprados em feiras, mas o sucesso da AnotherLife fez com que Juliana Brito já tenha criado uma rede de contactos com fornecedores internacionais, especialmente de Espanha e Inglaterra, onde o conceito já está mais desenvolvido. O sucesso do projeto já levou a empresária a ter que mudar de loja para ter um espaço maior. Apesar dos bons resultados, a empreendedora não pondera em abrir filiais noutras cidades. No entanto, para chegar a mais clientes a AnotherLife também comercializa produtos online através da página de Facebook.
Powered by: 
|
|
Empresária destaca-se na indústria do capital de risco
2017-01-13
Obcecada pelo trabalho e disciplinada. Assim é Kirsten Green, uma das figuras mais conhecidas na indústria do capital de risco. A empresária formou-se em Gestão de Empresas, na Universidade da Califórnia, mas nunca tinha trabalhado nesta área nem começou em grandes empresas. Com muito trabalho, Kirsten conseguiu fundar a sua própria empresa de capital de risco, a Forerunner Ventures, e hoje tem um portefólio de clientes que se distribui em mais de 50 investimentos e cerca de 70 milhões de euros (ME). A estratégia de abordagem do mercado é uma das suas características diferenciadoras, já que em vez de apostar em empresas novas que chegam ao mercado, opta por apostar em novos negócios, como a Glossier, uma marca de cosméticos desenhados para a geração Instagram. A Forerunner foi criada em 2003 e em 2016 teve o seu melhor ano. Em junho, a empresária conseguiu constituir um fundo de 110 ME. Nos dois meses seguintes dois dos primeiros investimentos que Kirsten tinha feito, há mais de dez anos, transformaram-se nas duas empresas com a melhor estratégia na área do comércio eletrónico dos últimos anos. A empresária coordena uma equipa que avalia, mensalmente, 150 startups. A Forerunner tem apenas 7% de mulheres em posições de chefia, no entanto a maior parte das empresas em que investe são totalmente compostas por mulheres. Apesar do aumento de capital que a sua empresa tem tido, Kirsten Green vai continuar a investir, já que conta com clientes que são cobiçados internacionalmente e que têm um grande potencial de crescimento.
Powered by: 
|
|
Startup portuguesa cria aplicação para manter trabalhadores motivados
2017-01-13
Luísa Piló já teve três empresas no setor da mobilidade profissional onde dava apoio a quadros que eram expatriados de multinacionais. Depois de se licenciar em Economia, a empresária trabalhou durante alguns anos na área dos recursos humanos e é agora a responsável comercial da GFoundry, onde entrou em novembro de 2015. A startup criou um novo conceito que desafia os trabalhadores de uma empresa a estarem motivados para trabalhar através de quatro parâmetros: a gamificação, o mobile, as ferramentas de análise de dados e, por fim, a componente social. O objetivo é colocar os trabalhadores a resolver problemas em grupo numa aplicação que devolve os resultados com um ranking de medalhas e prémios, que podem incluir dias de descanso. Um dos pontos mais importantes da aplicação é o reconhecimento dos trabalhos que são feitos e o estabelecimento de objetivos individuais e coletivos. O trabalho da empreendedora divide-se entre Lisboa e Porto, onde estão os escritórios da empresa que recentemente venceu um concurso. Em novembro a GFoundry foi uma das vencedoras dos prémios Startup Tour Europe, dinamizados pela HandsOnTV. A startup portuguesa vai ter acesso a mais de um milhão de euros para investir e vai ter ainda a oportunidade de participar numa visita a Silicon Valley para reunir com investidores.
Powered by: 
|
|
TelmaDA: Desing e arquitetura no mundo da joalharia
2017-01-13
As peças de joalharia da TelmaDA são diferentes de quaisquer outras. O que se destaca não é o brilho de pedras preciosas, mas um design arquitetónico que lembra origamis. Telma Ferreira sempre gostou de desenhar e de inovar, tendo por isso optado por uma profissão no campo artístico. A empreendedora estudou arquitetura, mas aventurou-se na área da joalharia e decidiu unir os dois mundos. Assim, as joias da TelmaDA são sempre formas geométricas feitas de termolaminado. No processo de produção, todo feito manualmente, os elementos são cortados com uma precisão arquitetónica e depois unidos com fita de gorgorão. O resultado final são peças delicadas que se adaptam ao corpo e com diversas texturas. Outro dos aspetos em que o projeto da empreendedora se diferencia é a combinação improvável das peças. Ao contrário do que se encontra no mercado, os brincos, por exemplo, são sempre assimétricos, têm cores diferentes e, inclusive, podem ser vendidos em conjuntos de três, em vez de ser aos pares. Atualmente, a empresária já conta com três linhas na coleção de joalharia: a In, a Fusion e a Module. Paralelamente, Telma Ferreira apostou também numa coleção de imobiliário, a Trical, que está disponível para venda online. A TelmaDA teve em outubro a primeira estreia internacional com a apresentação da marca na Feira Blickfang, em Viena.
Powered by: 
|
|
Portuguesa cria associação de apoio a crianças
2017-01-13
Helena Ribeiro Telles pisou o solo africano pela primeira vez quando tinha 21 anos. Viajou para Angola para ser voluntária no Hospital Central de Luanda e num projeto de apoio a doentes com lepra. Um ano mais tarde, voltou para poder ajudar os soldados mutilados pela guerra. Foi já com mais de 30 anos, em 1999, que a empreendedora se mudou para Maputo, em Moçambique, para acompanhar o marido que tinha tido uma oferta de emprego. Com um passado ligado ao voluntariado, a portuguesa ficou sensibilizada com a fome que viu nas crianças moçambicanas e nas centenas de jovens que pediam dinheiro na rua. Para os ajudar, começou a dar-lhes comida, em sua casa, todos os dias de manhã. Nascia assim a Fundação Lusalite Vida, localizada no Dondo, que apoia 250 jovens moçambicanos por dia e que garante acesso a educação a crianças dos dois aos 12 anos. Já em 2010 a empreendedora regressou a Portugal e passou a ser a diretora da Apoiar. A associação conseguiu construir uma cozinha na escola de Mafarinha, também no Dondo, e noutras quatro escolas na província do Niassa. Hoje, a voluntária continua a ir com regularidade a Moçambique, mas sente que são precisos mais apoios para as suas associações para conseguir arranjar comida para todas as crianças que frequentam as escolas onde está presente.
Powered by: 
|
|
|
|
|
|
| Quer anunciar aqui? |
 |
womenwinwin.com recomenda

Crie o seu negócio e tenha grátis o seu escritório!

Criamos espaços de trabalho inspiradores

Somos especialistas em soluçoes de viagem e marketing experiencial para empresas.
| Quer anunciar aqui? |
 |
|
|