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Empreendedorismo é Notícia
Promover livros e autores é a missão da Alma Azul
2017-03-17
Foi num contexto de mobilização cultural que, em 1999, nasceu a Alma Azul. Elsa Ligeiro, a mentora, acabava de sair de um projeto dedicado em exclusivo à edição de poesia (entre outros, editou os dois primeiros livros de Valter Hugo Mãe). Ao criar a Alma Azul, em Alcains, Castelo Branco, Elsa pretendia afastar-se da edição e dedicar-se àquilo que realmente lhe proporcionava prazer: a promoção e divulgação de autores e livros. Ao longo dos anos, a Alma Azul produziu e organizou centenas de iniciativas ligadas à cultura, um pouco por todo o país, sempre com os livros como pano de fundo. O Festival de Língua Portuguesa A Língua Toda, o projeto “Em Nome da Beira” ou o desenvolvimento de residências de escrita e leitura são alguns exemplos. Entre as várias atividades já previstas para este ano, surge o projeto “Viagens com Escritores”, a arrancar brevemente. Trata-se de uma espécie de intercâmbio entre Coimbra e Castelo Branco, que pretende proporcionar um olhar diferente sobre os habituais circuitos turísticos. A edição deixou, contudo, as suas marcas. Ao longo de 18 anos, Elsa editou 204 livros, com especial destaque para a coleção “Literatura Portátil”. Transformar a Alma Azul numa grande produtora de boas ideias, apostar no conhecimento em vez do entretenimento e dar destaque a grandes artistas das mais diversas áreas são os vetores que orientam o trabalho de Elsa e da Alma Azul.
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Irmãs Sanguedo levam Portugal a Nova Iorque
2017-03-17
A empresa Noz Catering, o bar St. Dymphna´s e o restaurante português Taberna 97 são os negócios que prendem Raquel e Patrícia Sanguedo em Nova Iorque. Irmãs e ambas casadas com americanos, olham já para Nova Iorque como a sua casa. Patrícia chegou primeiro, em 1998. Raquel seguiu-a em 2002. Em comum, a vontade de perseguir sonhos e conquistar novas carreiras. O dia começa com o negócio de catering. A Noz Catering está especialmente vocacionada para produções fotográficas de moda, capas de revista, catálogos e campanhas. A jornada prossegue com uma passagem pelo St. Dymphna´s, de inspiração irlandesa. Como tal, aposta no hábito de beber um copo depois do trabalho. Por fim, chegam ao Taberna 97, um dos poucos restaurantes portugueses existentes. Aqui, onde contam com o apoio do marido de Patrícia, há divisão de tarefas: Patrícia dedica-se maioritariamente aos contactos e Raquel trata da ementa. Bolinhos de bacalhau, peixinhos da horta, ameijoa à bulhão pato, caldo verde, arroz de marisco, bacalhau, frango, queijos e enchidos são algumas das iguarias que marcam presença no menu. O regresso a Portugal não está colocado de parte, mas para já a diversidade cultural que encontram em Nova Iorque prende as irmãs que, por outro lado, não afastam a hipótese de passar algum tempo em outros países.
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A aposta no café de Gabriela Almeida
2017-03-17
Na área da restauração há quase 20 anos, Gabriela Almeida aproveitou a experiência de vida para apostar no conceito que já delineava há vários anos: um espaço onde o café tem destaque principal. No “Brando – Casa do Café”, localizado no Porto, é possível forrar o estômago e beber um café a qualquer hora do dia. O espaço abriu em janeiro e Gabriela Almeida tinha como objetivo criar um local para pessoas de todas as idades. Foi numa casa antiga, da Avenida Rodrigues de Freitas, que Gabriela encontrou o espaço que renovou e “tornou seu”. Onde em tempos funcionou uma loja de antiguidades, a traça antiga manteve-se e o ambiente renovou-se. O ambiente é cosmopolita, informal e confortável. No negócio, o café é o rei e é servido de várias formas, sempre com um toque especial na apresentação. As variedades cappuccino, mocha, expresso ou macchiato, latté, americano ou o flatwhite - que tem como caraterística um leite extremamente aveludado -, são servidas quentes ou geladas. Para a empresária, a comida também é importante. Há muffins e bolos caseiros, scones, bôla de alheira e espinafres, quiches, sanduíches e tostas em pão saloio.
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A Quinta Nova de Luísa Amorim
2017-03-17
Luísa Amorim, a mais nova das três filhas de Américo Amorim, apostou em transformar o negócio da Quinta Nova. Produz vinho, onde 50% da produção é exportada, e criou um hotel de luxo onde não faltam clientes.Quando Luísa começou a gerir a Quinta Nova, do Grupo Amorim, a marca praticamente não existia. Deu os primeiros passos de um projeto de produção de vinhos do Douro e do Porto que vende hoje 330 mil garrafas. Já o hotel de luxo, com 11 quartos, um restaurante, uma loja e vários outros espaços fez sucesso e tem impacto mediático.No ano passado, a Quinta Nova teve um volume de negócios de 2,6 milhões de euros e as previsões para este ano apontam para um crescimento de 15%. Os mercados externos absorvem 50% da produção. O projeto de enoturismo levou 11 anos a ser consolidado, mas hoje é uma aposta ganha. A Quinta Nova tem 120 hectares e possui 85 hectares de vinha e a marca continua a inovar e a lançar novos produtos, onde o fazer diferente e a qualidade ganham pontos. Na Quinta Nova também são produzidos alguns produtos como azeite, doces de frutas e chás.
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Carla André: A mulher das ultramaratonas
2017-03-17
Carla André, 38 anos, iniciou há oito uma história de sucesso e de superação. Em 2008 começou a correr em sessões de cinco e dez minutos. Em julho deste ano, tornou-se a primeira portuguesa a terminar a ultramaratona de Badwater 135, na Califórnia, EUA. Foram 217 quilómetros que a executiva bancária percorreu em 44 horas, 35 minutos e 14 segundos. Tudo isto na zona mais quente do mundo, com temperaturas acima dos 50 graus. Meio a brincar, Carla André já soma mais de 50 maratonas e ultramaratonas. Move-a a sensação de estar sozinha em paisagens inóspitas, em contacto com a natureza, e ser capaz de superar obstáculos. O espírito de entreajuda existente nas provas também são fatores de motivação. Carla André é uma mulher que gosta de desafiar os limites e as exigências competitivas foram aumentando com a experiência que as provas lhe proporcionaram. Quando termina a competição a bancária volta ao trabalho. De segunda a sexta troca o vestuário e calçado de corrida por fato e sapatos formais, para ir para o banco onde trabalha, em Sintra. Ao fim de semana, volta a calçar os ténis e faz-se à estrada.
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