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Empreendedorismo é Notícia
Com pedalada para o negócio
2014-10-03
Georgina Brioso fundou em 1993 a Motobrioso, um negócio direcionado para a comercialização de motociclos e de bicicletas. Depois do Fundão, o seu instinto empreendedor levou-a a abrir uma nova filial na Guarda. “Com a evolução do mercado de bicicletas e com a procura crescente que existia por parte dos clientes sentimos necessidade de criar duas áreas distintas e apostar na inovação e qualidade do serviço de cada uma delas”, explica a responsável, justificando assim o sucesso alcançado. A Motobrioso faz questão de trabalhar sempre com fabricantes conceituados, por isso, a BH e a Scott fazem parte do leque de marcas disponíveis em loja. Georgina mostra-se uma mulher com pedalada para o negócio e revela que a palavra crise nunca lhe meteu medo. O negócio de família corre de feição e conta já com Daniela Brioso, filha de Georgina, como uma discípula de peso.
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Nuvideia: Divulgar Portugal
2014-09-19
A promoção e dinamização da Baixa de Coimbra foi a ideia que inspirou Ana Filipa Fonte e Sara Reis Araújo, mestres em Comunicação e Jornalismo pela Universidade de Coimbra, e residentes nesta cidade, a arrancar com a Nuvideia - Comunicação & Imagem. Desde há ano e meio que estas duas jovens empreendedoras recorrem às redes sociais, principalmente o Facebook, para desenvolver o seu projeto, através do qual têm vindo a divulgar estabelecimentos e serviços junto de um público mais alargado. Uma estratégia que já lhes valeu a constituição de uma pequena carteira de clientes em Coimbra. Mas Ana e Sara não querem ficar apenas pela sua cidade, tendo como objetivo alargar os serviços da Nuvideia a outros pontos do país. Para o efeito, já começaram a estabelecer parcerias com outras empresas. O projeto mais recente é a comunicação online da “Rota dos Cafés com História de Portugal”, lançada em abril passado e que divulga cerca de 20 cafés emblemáticos de vários pontos do território nacional. O futuro passa pelo crescimento, mas sempre em Portugal. Isto, porque estas empresárias defendem a ideia de que não é preciso sair do país para trabalhar.
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OSF Urban Clothing: Da escola para o mercado
2014-09-19
Raquel Almeida, de 17 anos, e Joana Afonso, de 23, integram a equipa que fundou no ano passado a OSF Urban Clothing. Tudo começou como uma “brincadeira de escola”, em que a intenção era surpreender os amigos com uma coleção de roupa para “consumo interno”, recorrendo à criatividade de Raquel, estudante de Artes. Foi criada uma primeira coleção, que foi um sucesso, e em paralelo, surgiu também uma página da marca no Facebook. As espectativas foram superadas e a OSF acabou por chegar ao mercado. É nesta altura que Joana, designer de formação, se junta à equipa, com a marca a ser registada no seu nome, uma vez que os outros elementos são menores de idade. Quanto aos produtos, as coleções são inteiramente produzidas em Portugal. A OSF ainda tem o Facebook como base comercial, mas existe uma ambição de crescer, com o objetivo no futuro a passar pela colocação das peças em lojas selecionadas.
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Qwiu: Design e confeção de Portugal para o mundo
2014-09-19
Com 26 anos e licenciada em Publicidade e Design pelo Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing, Juliana Figueiredo é uma referência em termos de empreendedorismo no feminino. Dirige a agência de publicidade e comunicação Blook Agency, em Portugal, a Paper & Design Angola e – o seu mais recente projeto – a marca de calçado e vestuário Qwiu. Aliando uma já antiga paixão pela moda ao desejo de lançar um produto diferenciador, com impacto económico, Juliana decidiu avançar com este projeto, que se distingue pela originalidade. Por exemplo, os sapatos Qwiu são decorados com fotografias de penteados vistos de costas. São produzidos em Portugal, à semelhança do que sucede com as coleções de roupa para homem, mulher e criança. Tudo numa pequena unidade de confeção própria, o que lhe permite estar mais perto do processo e, assim, controlá-lo melhor. Quando são necessárias produções de maior escala, a empresária recorre a fábricas, também nacionais. No entanto, o mercado da Qwiu é sobretudo o asiático, embora também aposte em Londres. No passado mês de agosto a marca participou na primeira fase da feira de moda de Hong-Kong, evento no qual voltará a estar presente em outubro e novembro. Neste último mês, marcará também presença numa feira em Taiwan. Para 2015, está prevista a realização de um desfile em Macau, seguindo-se a feira Pure London, na capital britânica, e a Fashion Week de Angola. Paralelamente, Juliana também recorre à Internet, com a loja online, o Facebook e o Instagram a permitirem que as suas peças cheguem a países um pouco por todo o mundo. Quanto ao futuro da Qwiu, passa por uma mudança de sede para Londres, uma cidade muito forte em termos comerciais. A confeção, contudo, manter-se-á em Portugal.
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Papua: Os biquínis portugueses
2014-09-19
Marta Santos, uma jovem de 28 anos, é uma das caras da Papua, uma marca portuguesa de biquínis que foi lançada em 2012. Formada em Gestão de Marketing pelo Instituto Superior de Comunicação Empresarial, Marta teve desde cedo o desejo de lançar um negócio próprio, ao qual se veio a juntar o gosto pela moda e pela praia. Juntou os seus esforços aos de um amigo e ambos estudaram o mercado. Chegaram à conclusão que existia uma lacuna em termos de referências nacionais neste segmento. Reuniram dez mil euros em capitais próprios e decidiram avançar com a Papua, sendo que, um ano depois, conseguiram ultrapassar o break-even. Seguiu-se um novo investimento, de cinco mil euros, que serviu para aumentar a produção de peças. No primeiro ano de atividade foram produzidas 400 biquínis, no segundo mais 200 e, no terceiro, a produção aumentou para o dobro. Uma particularidade: as encomendas feitas à Papua eram realizadas online. 2014 está a ser um ano de novo desenvolvimento, uma vez que a equipa desta empreendedora recorreu a uma confeção de Leiria, tendo produzido 1.200 biquínis. Fundamental para a divulgação deste projeto empresarial foi o Facebook, o seu suporte na Internet até abril passado, quando surgiu a loja online. Outra aposta é no Instagram. Atualmente, a Papua vende para Portugal, mas também para países como o Brasil, EUA, Singapura ou Dubai. Segundo Marta Santos, os projetos para o futuro próximo passam por um novo aumento da produção pela entrada, de facto, no mercado internacional, sobretudo o europeu.
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