Empreendedorismo é Notícia
“Quem não arrisca, não conquista”
2015-08-28

Manuela Medeiros criou a Parfois em 1994, a marca portuguesa de acessórios e carteiras mais reconhecida entre as portuguesas. A empresária construiu um império com uma faturação que ultrapassou, no ano passado, os 130 milhões de euros. Todas as semanas chegam novidades às lojas e em cada estação são lançadas 3.500 referências com design próprio. “Estar rodeada de uma boa equipa é um fator essencial para uma empresa ter sucesso”, afirma. Foi durante uma das suas viagens, em Londres, que se lembrou de lançar uma marca de acessórios a preços acessíveis. As primeiras lojas abriram no Porto e Gaia há 20 anos. Hoje são já 113 em Portugal e, no total, 524, espalhadas por 52 países. “Apetite pelo risco. O conselho que dou às jovens empresárias é que não tenham medo de arriscar. Sejam perseverantes no que se propõem fazer”, diz.

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“Quero que a loja seja o meu reflexo, a minha imagem”
2015-08-28

Em finais dos anos 80, France Balivet, natural da Bretanha, criou uma loja multimarcas e começou a trabalhar por conta própria. “Não precisava de trabalhar, mas com um filho no liceu francês, o marido a trabalhar em Lisboa, não ia ficar o dia todo a jogar ténis”, conta. “Não podia continuar na advocacia porque, quando cheguei [a Portugal], o meu português era nulo”. “Tinha uma amiga em Cannes com uma loja de roupa e comecei a pensar que podia ser uma boa ideia”, revela France. Assim nasceu o Espace Cannelle. O que coincidiu com o lançamento das revistas internacionais femininas em Portugal, “como a ‘Marie Claire’ e a ‘Elle’, que vinham buscar roupa à minha loja para as suas produções de moda”. Ao longo dos anos France Balivet tem vindo a selecionar roupa e acessórios das melhores marcas internacionais, como Blumarine, Etro, Alberta Ferretti, entre outras. A loja alargou também o seu leque de clientes ao introduzir marcas mais juvenis. O Espace Cannelle continua a ser a única loja multimarcas no Estoril, cujo segredo passa por ter uma oferta diferente da que existe em Lisboa ou no Porto. Agora, o Espace Cannelle, mais do que uma loja multimarcas, é uma concept store, com um conceito de lifestyle, tendo integrado na sua oferta perfumes e velas e obras das editoras Assouline e Rizolli, além de roupa. “Quero que a loja seja o meu reflexo, a minha imagem”, diz France Balivet.

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Chitra Ramkrishna esmagou uma Bolsa com 140 anos
2015-08-28

É raro haver uma mulher a dirigir uma Bolsa de valores. Atualmente, existem apenas três em todo o mundo. Ainda mais raro é encontrar uma que tenha sido escolhida há 23 anos para integrar a equipa de especialistas que a criaram e que depois tenha subido na hierarquia até se tornar diretora-geral e presidente executiva num país tradicionalmente patriarcal como a Índia. Chitra Ramkrishna, responsável máxima da National Stock Exchange of India (NSE, Bolsa de Valores da Índia), deseja manter o espírito jovem e empreendedor dos seus primeiros tempos que ajudou a NSE a tornar-se a terceira maior Bolsa do mundo a nível de transações e a líder na Índia, com 82% de quota de mercado que esmagam a Bombay Stock Exchange (BSE, Bolsa de Valores de Bombaim), que já leva 140 anos de existência. “Existe um imenso nível de energia e de atitude positiva que está presente na cultura das startups e que não devemos perder”, afirma Chitra Ramkrishna. A responsável máxima da NSE quer tornar os mercados de valores acessíveis à classe média indiana, usando os pacotes de ativos dos Exchange Traded Funds (ETF, fundos de investimento cotados em Bolsa, ligados a índices como é o caso do Eurostoxx 600). “O que me move é a convicção de que mais pessoas normais deveriam poder prosperar e beneficiar com o boom do mercado de valores na Índia”, avança Ramkrishna. O antecessor de Ramkrishna e atual vice-presidente da NSE, Ravi Narain, diz que a responsável tem a tenacidade e a clareza de pensamento que permitirão que a Bolsa se mantenha na liderança.

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Empreendedorismo feminino: Portugal ultrapassa média europeia
2015-08-28

De acordo com o último relatório do Global Entrepreneurship Monitor, em 2013, 35% dos novos negócios em Portugal foram criados por mulheres, ultrapassando a média europeia, que é de 33,3%. Ainda assim, os empreendedores nacionais são, sobretudo, homens, mas o rácio empreendedores/empreendedoras tem vindo a diminuir desde 2011. Se houvesse equidade no empreendedorismo, o PIB mundial aumentaria 2%, revela um estudo da consultora The Boston Consulting Group. As empresas com uma percentagem maior de mulheres na administração conseguem mais lucros, mais vendas e veem diminuída em 20% a hipótese de falência, de acordo com a revista “Forbes”. Em 15 das 16 competências essenciais num gestor, as mulheres obtiveram a melhor classificação, revela ainda um inquérito da “Harvard Business Review” feito a mais de sete mil líderes de empresas. 

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Discovering Madeira
2015-08-21

A Madeira atrai: hospedou mais de 1,1 milhões de turistas nos seus hotéis em 2014 e o número de passageiros em trânsito vindos em navios de cruzeiro ascendeu aos quase 476 mil no mesmo ano. E para Rita Galvão, o potencial da ilha vai além dos turistas habituais. Há Mercado dos Lavradores para todos como há mercado para uma nova forma de dar a conhecer a Madeira, do lado de quem a conhece desde sempre. "A nossa inovação é mostrar o destino com conteúdos mais dinâmicos, não só em formato de overview como também a história. Queremos usar a nossa experiência e o facto de sermos locais, madeirenses. Estamos a trabalhar conteúdos com uma blogger local e, ao mesmo tempo, a plataforma permite fazer reservas de alojamento e de programas", esclarece Rita Galvão, a fundadora do Discovering Madeira. "Somos todos madeirenses e, sendo que um dos nossos principais objetivos é o de comunicar bem o nosso destino, fazemos questão que as opiniões, dicas e sugestões disponíveis no portal sejam as nossas. Nesse sentido sabemos que apresentamos os melhores serviços que a Madeira oferece", acrescenta. Rita decidiu aceitar o desafio de um amigo para lançar um negócio com forte componente online, uma espécie de montra de uma Madeira que só os madeirenses conhecem. Há três anos começou a pensar e a trabalhar no desenvolvimento do projeto que juntasse turismo e experiências para mostrar uma Madeira diferente a um mundo mais alargado que complemente os hóspedes repetentes. Com mais de 70 parceiros locais, com planos de chegar a pelo menos 120 e um investimento de mais de 60 mil euros - cofinanciado pelo programa Empreendinov do Instituto de Desenvolvimento Empresarial -, o Discovering Madeira decidiu ainda dedicar-se à organização e algumas atividades que não estavam ainda disponíveis para compor a oferta alternativa.

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