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Empreendedorismo é Notícia
Missão +40: Partir em missão não é só para jovens
2015-10-01
Há um novo projeto criado pelo movimento de Shoenstatt a pensar em quem tem mais de 40 anos. O movimento de Shoenstatt está a desafiar para missões de voluntariado internacional quem tem mais de 40 anos, vontade de ajudar quem precisa e de anunciar a fé católica. A Missão +40 ainda está a dar os primeiros passos mas tem à volta de 30 inscrições para a primeira deslocação, em janeiro, às Filipinas. Guiné-Bissau, Moçambique e Cabo Verde são outros destinos para estas missões, sempre de curta duração. Vera Lopes e Rossana Silva são as gestoras deste projeto e afirmam que a iniciativa quer mostrar que não há limites de idade para partir em missão e que a experiência de vida de quem é mais velho é sempre uma mais-valia. “A Missão +40 é acima de tudo uma proposta, um desafio para uma geração que está muito focada na família, nos outros, em atividades muito repetidas e que tem dificuldade em sair de todo esse paradigma, olhar um bocadinho para si e para aquilo que vai além do seu universo”, diz Vera Lopes.
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Last2Ticket: Mudar a forma de compra de bilhetes
2015-10-01
A Last2Ticket nasceu em 2011, no Porto, para mudar a forma como compramos bilhetes. Surgiu a partir de um trabalho académico desenvolvido no MBA Executivo da Porto Business School e tem uma tecnologia que permite a desmaterialização dos bilhetes e a compra à última hora. A ideia viajou até ao Quénia para a sexta Conferência Global de Empreendedorismo, no fim de semana passado, pela voz de Emília Catarina Simões, fundadora da Last2Ticket. Catarina Simões acredita que a sua presença no evento pode trazer mais-valias para o futuro da empresa. “Para os portugueses, o Quénia é um país relevante para novas abordagens de negócio uma vez que é possível identificar necessidades de alguns serviços e produtos ao mesmo tempo que dispõe de infraestruturas não existentes noutros países africanos”, salienta a CEO da Last2Ticket.
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Pé D’areia
2015-10-01
Na hora de ir embora da praia, quando se tem de limpar os pés para não levar areia para o carro ou para casa, a tarefa pode tornar-se penosa. Foi isso que sentiu Marta Henriques Lopes, de 36 anos. Apercebeu-se de que a “dinâmica de tirar a areia dos pés no fim de uma ida à praia era um hábito muito português, completamente transversal e nem sempre tarefa fácil, principalmente com os miúdos”. Formada em Comunicação, queria “criar um projeto que envolvesse algo novo mas que também contribuísse para o bem-estar”. Foi assim que decidiu criar um produto 100% português, a Pé D’areia. Fabricada com produtos naturais, a Pé D’areia é uma escova que, apesar da sua suavidade, é eficaz para tirar a areia seca da pele. Feita com matérias-primas todas nacionais, a escova pode ser lavada com água e sabão e seca em local arejado. As escovas podem ser encomendadas através da página de Facebook da marca ou adquiridas na Loja Real e no Bar do Guincho. As expetativas da empreendedora em relação à aceitação do produto “são belíssimas”, pois percebeu “desde cedo que havia interesse e até necessidade de um produto desta natureza e a verdade é que a adesão tem sido massiva e muito motivante”.
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Cross Hands Architecture: Dar resposta a realidades do mundo atual através da arquitetura
2015-10-01
O Cross Hands Architecture é um atelier de arquitetura humanitário e foi um dos dez finalistas da edição de 2015 do Prémio Nacional das Indústrias Criativas. O projeto “nasceu de uma vontade que já existia, desde os tempos de faculdade, em dar resposta através da arquitetura a algumas realidades do mundo atual que mais nos descontentam, como a pobreza, as guerras, as catástrofes naturais”, contam as jovens arquitetas Joana Lacerda e Ângela Pinto. O curso intensivo “Designing Emergency Shelters” permitiu-lhes fazer um projeto de abrigos para refugiados sírios e conseguir o primeiro prémio de um concurso internacional, “tendo sido apresentado na Sede das Nações Unidas em Nova Iorque”. “Toda a repercussão e os contactos que daí surgiram trouxeram-nos a confirmação do valor da nossa ideia e assim surgiu o Cross Hands Architecture”. O projeto português trabalha em parceria com empresas “que detenham responsabilidade social e com as mais importantes organizações humanitárias”. Para garantir a sustentabilidade do projeto, as jovens criaram uma “lógica de negócio que passa por dar um uso temporário” aos abrigos em Portugal, alugando os mesmos para, por exemplo, comunicação de marcas.
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Only2me: Sapatos sem peles de animais
2015-10-01
Inês Viana participou no concurso "Tâmega e Sousa Empreendedor" e foi a vencedora na primeira de três categorias com o projeto da Only2me, empresa dedicada à produção de sapatos sem recurso a produtos de origem animal. "Sou vegetariana e, para ser coerente, também não quero usar roupa e sapatos com produtos de origem animal. Mas quando procurei, não encontrei no mercado nada de interessante", esclarece a jovem lousadense. Assim, Inês Viana aproveitou a iniciativa lançada pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa para desenvolver uma ideia de negócio apreciada pelo júri e que lhe valeu um prémio de 4.999 euros. "Vou usar o dinheiro do prémio para investir na criação da empresa e já escolhi o empresário com quem vou colaborar. Vou apostar na exportação dos meus produtos. Lá fora há mais pessoas a procurar o mesmo que eu", afirmou.
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